quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Marcha pela Igualdade em Rio Maior

Dia 24 de Outubro no Jardim Municipal

09:30 - Concentração no Jardim Municipal
10:00 - Marcha pela Igualdade (percurso urbano com oferta de águas e t-shirts)
11:30 - Chegada à Biblioteca Municipal
11:45 - Conferência sobre Igualdade de Género
12:00 - Peça de Teatro sobre Igualdade de Género - Universidade Sénior de Rio Maior
12:30 – Encerramento

domingo, 17 de outubro de 2010

"Miratejo" - Trancoso, Vila Franca de Xira


O primeiro passeio que fiz onde tive que começar a pé... lol. A subida do arranque, devia ser o prenúncio da dificuldade do passeio, eu é que não acreditei... mas depois convenci-me.
A ideia era irmos para os 40kms, afinal o que são 25kms para nós? Campeões preparadíssimos, excepção feita ao Sr. Baldeante que já vai fazer maratonas a Barcelos e tudo, e que teima treinar que nem um tonto para apanhar o Zalo um dia destes... quem sabe no verão... grande baldeante, desapareceu na primeira subida nunca mais o vimos a não ser na meta.
Outro que nunca mais vimos, foi o "nelso", ele decidiu começar o percurso no último lugar, disse que estava muita gente junta, lol. Grande "nelso" foi o primeiro a chegar de nós todos... não sei como é que ele passou por mim e pelo Telmo :S

Uma ideia porreira que esta organização teve e que ainda só me aconteceu uma vez, em Carvide se não me engano, foi entrelaçar os percursos, ou seja, em vários sítios dos percursos, podíamos decidir ir para os 25kms ou para os 4Okms. O "baldas" claro que vai sempre para o "máior" (ele agora fala com pronúncia do norte, desde que teve em Barcelos, ihih), o "nelso" e eu escolhemos sempre o percurso mais leve, mas o Telmo convenceu-me a ir para os 40kms... mas ao fim dos primeiros 10kms, com 400 de acumulado... mudámos os dois de ideias... e fomos para os 25kms... óbvio que pensávamos que ia ser mais fácil... só que foram apenas 26kms com 800 de acumulado... nem quero falar mais nisso.

As marcações tinham algumas falhas, e isso é o mais importante de qualquer passeio quanto a mim. O almoço: óptimo... as sobremesas? também nem quero falar nisso, ihihih, só digo que o Telmo e o "nelso" são uns lambões.

O percurso era duríssimo, era a SUBIR e depois era a SUBIR e depois para descansar era a SUBIR outra vez (a pé)... irra. Mas verdade seja dita, aquela zona é linda e realmente "mira-se" o Tejo lá de cima, e também se vê a fábrica do cimento em todo o seu esplendor, ihihihih.
As descidas, singles, trilhos ou o que lhe queiram chamar eram realmente brutais, mas acabavam tão depressa :(

Continuo a achar que percursos de 25kms não podem ter este grau de dificuldade, pois devem estar mais vocacionados para que quem anda menos e os escolhe, não seja enganado... mas é só a minha opinião.

Foi uma bela manhã de BTT, especialmente porque não choveu, ou estaríamos metidos numa grande embrulhada de lama e esforço acrescido :) foi fixe!

Barcelos, Maratona dos "5 Cumes"

Relato: Cortesia do Sr. Baldeante

Crónica do fim se semana com 600kms de carro e QUASE QUASE ZERO de bicicleta.

Depois de 300 e muitos quilómetros pela estrada nacional cheguei a Barcelinhos. De noite, sem vivalma na rua parei no primeiro café com esplanada e assim que falei em BTT apontaram logo a direcção da sede dos Amigos da Montanha. Espectáculo!

Levantamento dos dorsais estranhamente calmo, eu e outro colega até tivemos a oportunidade de experimentar o Jersey, invulgar mas agradável. Perguntei onde eram as camaratas, assunto sobre o qual tinha previamente pedido informações, apontaram para o fim a rua e disseram: vira à esquerda é mesmo em frente... e lá fui... não era mais que um albergue utilizado pelos peregrinos de Santiago e onde havia umas camas disponíveis para o pessoal.

Depois de um jantar à base de leitão, caminha, que a viagem tinha sido longa e os 5 cumes esperavam no dia seguinte. Lá pelas 22/23h começou a ouvir-se um vendaval do catano. Passada uma hora e depois de muitas voltas na cama levantei-me e fui a janela, não era só vento, chovia torrencialmente! Adormeci ao som da chuva e acordei com o mesmo som acho que só parou lá pela hora da partida.

Entre as 8h e as 9h andei para trás e para a frente, indeciso, equipo-me? não me equipo? Os colegas que lá estavam, inclusivé dois espanhóis, resolveram não ir tal como eu. Quase vendi o impermeável novo a um colega que estava determinado a ir mas que resolveu ficar a última hora. Apesar de vermos os peregrinos de Santiago saírem porta fora com aquele temporal, nós ficamos quase todos. Sim, porque havia no albergue um casal que foi... sim, um casal e segundo consta (palavras dele) a mulher é ainda mais determinada. Saíram debaixo de uma chuva bem grossa para a partida e apenas com um equipamento de verão sobre a pele. Grandes doidos, pensei eu.

Peguei no carro e fui à procura da meta para ver a partida mas quando cheguei: chuva? nem vê-la, apenas vento. Falei com os bombeiros que disseram que o tempo ia estabilizar e o pessoal da organização que garantiu que o terreno continuava ciclável mesmo com aquela chuva. Foi a gota de água. Fui ao carro, equipei-me, preparei a água, agarrei no capacete, e fui estrear o impermeável.

Com 15 minutos de atraso, sim!, porque aqui ás 9h30m é ás 9h30m! não há cá esperas ou estás, ou estás... assim devia ser em todo o lado.

Os primeiros kms foram feitos em alcatrão, e assim que entrei na terra fui recebido com uma chuvada daquelas... os bombeiros enganaram-me pensei eu... mas lá segui. O vento era mais que muito, capaz de levar a bike de um lado do trilho para o outro, mas após uns kms já nem reparava nisso. Soprava, e eu corrigia a direcção, parecia que levava piloto automático. Lama, era mais que muita, mas nunca deixou de ser ciclÁvel. Com o pneu de trás quase careca fiquei surpreendido com o comportamento da bike, quase não fugia, o único culpado dos desvios era o vento.

O percurso foi fenomenal, subidas e descidas com muita lama e água, surpreendentemente a maioria das subidas podia ser feita em cima da bike mesmo com lama e rios de água, nas descidas era só seguir o curso da água, sim, porque havia autênticos rios de água nas descidas... e nas rectas??? nem imaginam a sensação de passar entre dois muros/pinheiros/castanheiros olhar em frente e só ver água, nem sombra de terra sólida, passar entre os muros/pinheiros/castanheiros com água e lama a chegar à pedaleira e às vezes acima desta. A bike parecia que tinha motor deslizava pela àgua com eu nunca vi, nem as mudanças falhavam na àgua, e mais!? depois de um banho destes a corrente/carretos/pedaleira ficavam quase livres de lama e a andar muito melhor, qual óleo qual quê!? venha àgua! A primeira vez achei algo estranho mas depois de algumas poças já nem pestanejava, vamos em frente não há cá desvios, venham as poças, fundas ou não, cá vou eu! Afinal de contas não ia ficar mais sujo do que já estava.

O reforço estava fenomenal quando cheguei ouvi num sotaque do porto “quero uma bola de berlim”, pensei: devo estar a perceber mal o gajo carago. Mas não, o reforço era composto de bola de berlim com creme, claro está, croissants, bananas, laranjas, garrafas de àgua e pacotes de sumo... tudo à vontadinha... e se eu estava com fome! Com a indecisão da manhã comecei a prova sem pequeno almoço, barras ou luvas, onde é que eu estava com a cabeça?!

De estômago cheio a coisa animou, o S. Pedro não dava tréguas. Dos 45kms, a maioria foram feitos debaixo de chuva e vento, e se a chuva era grossa, ainda bem que não estava frio pois se aqueles pingos se transformassem em granizo estávamos lixados.
Choveram ainda algumas pinhas e ramos, felizmente só apanhei com uma ou duas pinhas e sempre no capacete, mas vi cair vários ramos alguns bem perto. Chegado à separação, eram 10min. para as 13h, ainda a tempo de ir para os 75kms, olhei bem para mim e pensei: mais 40km ate fazia mas depois quem e que me leva de volta para casa? são mais 3h de lama até ao almoço e anda tenho 300kms de volta... decisão tomada. Fui a Barcelos para os 75kms e fiz apenas 45kms... mas que 45kms!!!

Terminada a prova dei banho à bike num fontanário, com a ajuda do bidon, carreguei a bike e reparei nesta altura que havia uma fonte bem maior onde havia colegas a literalmente mergulhar a bike para tirar a lama... muito mais rápido sim senhor.
Depois de mais uma ajuda com sotaque nortenho, cheguei ao estádio. Banho quente, almoço no estômago e mais 300 kms de volta. Para o ano se puder, volto, com ou sem chuva, e, quem não foi fez muito mal: - FOI FENOMENAL!!!

Algumas fotos AQUI e AQUI

Página do Rescaldo AQUI

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Avalanche 2010: A aventura da desventura!

2010 10 03 - Avalanche 2010 - Lousã

Depois de tantos ameaços, desta vez é que fiz as malas e fui passar o fim de semana (mais um) à Lousã, para participar então na famosa Avalanche. O único colega que consegui persuadir a ir comigo (ou terá sido ele a persuadir-me a mim?), foi o Bruno Afonso. Sim, o tal que nos convidou da outra vez e que depois não chegou a ir. A ida foi no Sábado de manhã e imaginem só, ficamos de novo no Parque de Campismo de Serpins. Montar a tenda era a prioridade, pois previa-se enchente no parque. Depois fomos logo para a Serra pois eu queria que o Bruno me apresentasse os "Trilhos da Bruxa" que são um conjunto de meia dúzia de trilhos a descer (claro!), que vão dar todos ao Parque de Merendas do Terreiro das Bruxas, local onde estivémos na anterior incursão a esta serra.

Depois de 3,7 kms a descer a única coisa que me passava pela cabeça era: como é que amanhã faço o Avalanche?... É melhor almoçar! E almoçamos no Parque de Merendas do Terreiro das Bruxas.

A seguir fomos então para o Trevim para fazer o reconhecimento da prova. No caminho para cima fomos presenteados com uns pequenos veados que estavam próximo da estrada e não se importaram muito com a nossa passagem.

Chegamos ao Trevim, 1200 mts de altura. Um dia Lindo. Uma vista espêndida. Foi montar nas bikes e descer... mas não foi por muito tempo.
Ainda nem tinhamos 5 kms feitos, e eu tive um furo... até aqui nada de anormal, como se isso não fosse normal comigo... mas eis que chega o Bruno logo atrás de mim com dois furos... SHIT!

Remendei a minha e ficou porreiro, o Bruno rebentou uma câmara de ar a remendar um dos furos e só sobrou uma suplente. Ficamos por ali um pouco, mas não houve uma alma caridosa, que nos emprestasse uma câmara de ar, ou mesmo alguém que tivesse cola para remendar uma das furadas pois remendos tinhamos nós. O pessoal do Downhill, regra geral, são muito pouco solidários, quase todos param a perguntar se está tudo bem, mas ninguém empresta nada nem ajuda em nada... muito diferente do que estou acostumado no Cross Country... No local onde furámos, assisti a pelo menos 10 furos de outros colegas, mas ninguém tinha câmaras de ar para emprestar... lol... Resultado: - Eu vou para baixo, acabo o percurso, compro câmaras de ar e venho trazer-te de novo e volto a descer contigo...

Só que a minha ida e vinda demorou um pouco(zão)... duas quedas (lol)... comprar a câmara de ar e voltar para cima... ui...ui... quando cheguei, fiz-me à descida sem mais demoras mas... antes de chegar onde supostamente o Bruno me esperava... eis que tive mais 2 furos... irraaaaaa!!! Fui a pé até ao local onde estaria o Bruno, para não gastar a única que me restava sob pena de nem ele fazer o percurso uma única vez. Cheguei lá e ele já não estava, só me restava uma câmara, mudei e voltei para trás, não me apeteceu correr o risco de descer e furar de novo.
Devo ser o único "maluco" que alguma vez fez o percurso da Avalanche a subir... lol... foi lindo senhores... era vê-los a descer que nem tontos e eu a subir... aqueles 4,5 kms que desci, pareciam não acabar ao subir. Pró ano talvez eles usem a minha foto para o cartaz do Avalanche... mas a subir... lol.

O percurso, para quem não faz Downhill ou Freeride, acho eu, era um pouco difícil e com zonas muito técnicas, muitas raízes e pedras... tirando as duas quedas, só desmontei 3 vezes, uns degraus, um drop mais alto e uma descida difícil. Correu bastante bem, considerando a exigência e a minha falta de prática (kit de mãos)... lol.

No Domingo, começou o dia a chover, e nunca mais parou. E cada vez chovia mais e mais e mais, ao ponto de desistirmos de fazer o percurso. A prova começava às 14.30 e os atletas iam para cima a partir das 11 horas, os que voltavam para baixo só nos diziam: - Não se consegue estar lá em cima, o tempo está intragável... e muitos vieram para baixo sem esperarem pela hora da prova, pois o frio e a chuva eram demasiado.

Mas isto são tudo desculpas, visto que os "prós" ficaram lá em cima e desceram tudo precisamente com o mesmo "tempo" e "velocidade" como se a pista estivesse seca e o dia limpo... gandas malucos man! Quando chegaram os primeiros ensopados, estavam castanhos de lama, ao ponto de nem sequer me ter apercebido de quem ganhou.

Quanto à organização, devo dizer, na minha opinião (claro)... está a "anos-luz" das organizações que estou acostumado nos passeios de Cross Country... anos-luz... mas para trás. A maior parte dos atletas nem sabia que se podia lavar as bicicletas nem onde era o local, nem sequer havia nada a indicar... e quanto aos banhos, exactamente a mesma coisa. O almoço: uma sandes e uma imperial... e é uma sorte. E não almoçam à chuva, porque a chuva era tanta que tiveram que abrir o pavilhão para meterem o comer lá dentro. Acreditem que choveu a bom chover, de tal maneira que o pessoal da meta teve que fazer a contagem dentro de uma carrinha fechada.
Para uma organização que realiza esta prova à tantos anos e que ainda por cima, abre as inscrições a todo o género de participantes, sem restrições, eu esperava muito mais.
Sei onde se lavava as bikes, sei onde se tomava banho, sei onde se almoçava e o que se almoçava, porque até à última hora estive sempre indeciso se iria fazer o percurso ou não, e fui perguntar todos estes dados a um elemento da organização... mas tive que o procurar bem.

Não digo que não voltarei mais, porque... porque não. Mas decepcionou-me um pouco.
O pessoal do "Downhill" sofre muito e pede muito pouco em troca.
Cabe às organizações fazerem muito mais por estes atletas.
Eles merecem, é um prazer para os olhos ver estes tipos descer uma serra daquelas e trilhos daqueles.
Parabéns a todos eles! Sei que houve acidentes, a esses, desejo as rápidas melhoras.

Ficam algumas fotos, não são muitas... porque era a descer. Cliquem na foto no início.

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Os Morcegos do Arrimal

Relato: Cortesia do Sr. Baldeante

Como seria de esperar não estivesse-mos nós na Serra dos Candeeiros, houve pedra com fartura, mas para variar bem distribuída. Quer isto dizer que depois de uma subida/descida de pedra havia quase sempre um pouco de alcatrão ou um belo estradão e mesmo os mais curtos davam para descansar os ossos. Eu só acho que o descanso nunca era o suficiente mas se calhar sou só eu...

As subidas existiram mas o pior foram as descidas... depois de uma subida com pedra, uma descida com pedra, intercalada ou não, com um estradão faz mais mossa que a própria subida ou pelo menos os meus ossos assim o indicaram.

Gostei principalmente do início da prova onde fizemos umas voltas entre muros de pedra característicos da zona antes de começar a subir direitinho à zona da pedra. A chegada foi semelhante embora eu nos últimos quilómetros estivesse a pensar ”queres ver que com tanta volta ainda vou subir o monte de novo” :D

O reforço estava bem guarnecido especialmente de água e sumo. Só achei um pouco chato terem apenas garrafões em vez da habitual garrafa de água, o que obrigou o pessoal a esperar pela sua vez para encher o "bidon" ou limpar a garganta do pó que por lá havia que não era assim tão pouco... Pelos os garrafões evitam que os mais "porcos" deixem as garrafas espalhadas pelos trilhos. Temos que nos lembrar que estavamos num Parque Natural protegido.

Terminada a prova fomos brindados com uma bela sopa de pedra, seguida de uma mistura de frango assado e grelhada mista. Tudo isto regado com vinho, cerveja, sumo ou água como de costume. E para sobremesa: fruta... talvez por isso o Sr. Kaska não tenha aparecido... não havia arroz doce! :D

Fotos: AQUI

Maratona de Óbidos

Relato: Cortesia do Sr. Baldeante

A Maratona de Óbidos este ano não me correu bem. Queria fazer 80kms mas fui obrigado a fazer os 40kms.

O percurso foi agradável e conhecendo eu a zona não houve grande novidade, estava bem marcado e percorria maioritariamente a zona envolvente ao Castelo e Lagoa de Óbidos, sendo esta já uma marca regista da Maratona de Óbidos.

Secretariado, abastecimentos, banhos e almoço sem qualquer repreensão. Para o ano têm de ter cuidado com o kaska pois ele estava danado para esvaziar a garrafa de Ginja, então não é que bebeu duas doses a dele e a minha... e acho que ainda ia outra... só não sei quem é que levava o carro para Rio Maior.

Quanto a azares, furei na descida da separação dos 40/80 e depois de uns largos minutos à guerra com a bomba de ar que não queria agarrar o pipo, tirei a roda... mas quando finalmente estava a começar a encher um colega cujo dorsal eu não vi, parou para me ajudar. Pouco depois a minha bomba ficou inutilizada com a válvula solta (quando cheguei a casa consegui voltar a monta-la) o colega prontamente tirou uma bomba do "CamelBak" e enchemos o pneu. Os meus agradecimentos a este colega.

Ele seguiu e eu tentei... mas o pneu começou novamente a esvaziar uns metros mais à frente. Sem bomba operacional à vista, trepei até à separação com um estado de humor que nem vos conto e optei pelos 40 kms. Tendo feito uns quilómetros a pé para meu desagrado, mais ou menos no início da descida do Sobral um outro colega colega cujo dorsal eu também não vi mas que envergava uma Jersey do ForumBtt parou para me emprestar a bomba e voltar a encher o pneu. Não resolveu a questão mas permitiu-me chegar até meio da última subida em cima da bike. Mais uma vez os meus agradecimentos a este também a este colega.

Cheguei à meta a pé pela primeira vez, e ouve outro colega que me emprestou a bomba para que eu não tivesse de voltar até ao carro a pé mais uma vez não vi o dorsal e de novo os meus agradecimentos pois são estas atitudes que fazem do BTT um desporto cativante.

Pró ano hei-de chegar ao fim e em cima a bike! E da próxima vez que alguém na chegada disser com voz sarcástica: “- Já terminaste os 80 kms? tás a andar bem!” atiro-lhe com a bike para cima :D

O BTTCaldas tirou "milhentas" fotos que estão disponíveis aqui:
BTTCaldas - FOTOS