quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
A Holanda nos Anos 50
Vale a pena ver até ao fim. Deliciem-se!
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kaska
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11/04/2010 02:22:00 da tarde
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quarta-feira, 20 de outubro de 2010
Marcha pela Igualdade em Rio Maior
Dia 24 de Outubro no Jardim Municipal
09:30 - Concentração no Jardim Municipal
10:00 - Marcha pela Igualdade (percurso urbano com oferta de águas e t-shirts)
11:30 - Chegada à Biblioteca Municipal
11:45 - Conferência sobre Igualdade de Género
12:00 - Peça de Teatro sobre Igualdade de Género - Universidade Sénior de Rio Maior
12:30 – Encerramento
09:30 - Concentração no Jardim Municipal
10:00 - Marcha pela Igualdade (percurso urbano com oferta de águas e t-shirts)
11:30 - Chegada à Biblioteca Municipal
11:45 - Conferência sobre Igualdade de Género
12:00 - Peça de Teatro sobre Igualdade de Género - Universidade Sénior de Rio Maior
12:30 – Encerramento
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kaska
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10/20/2010 02:22:00 da manhã
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domingo, 17 de outubro de 2010
"Miratejo" - Trancoso, Vila Franca de Xira
O primeiro passeio que fiz onde tive que começar a pé... lol. A subida do arranque, devia ser o prenúncio da dificuldade do passeio, eu é que não acreditei... mas depois convenci-me.
A ideia era irmos para os 40kms, afinal o que são 25kms para nós? Campeões preparadíssimos, excepção feita ao Sr. Baldeante que já vai fazer maratonas a Barcelos e tudo, e que teima treinar que nem um tonto para apanhar o Zalo um dia destes... quem sabe no verão... grande baldeante, desapareceu na primeira subida nunca mais o vimos a não ser na meta.
Outro que nunca mais vimos, foi o "nelso", ele decidiu começar o percurso no último lugar, disse que estava muita gente junta, lol. Grande "nelso" foi o primeiro a chegar de nós todos... não sei como é que ele passou por mim e pelo Telmo :S
Uma ideia porreira que esta organização teve e que ainda só me aconteceu uma vez, em Carvide se não me engano, foi entrelaçar os percursos, ou seja, em vários sítios dos percursos, podíamos decidir ir para os 25kms ou para os 4Okms. O "baldas" claro que vai sempre para o "máior" (ele agora fala com pronúncia do norte, desde que teve em Barcelos, ihih), o "nelso" e eu escolhemos sempre o percurso mais leve, mas o Telmo convenceu-me a ir para os 40kms... mas ao fim dos primeiros 10kms, com 400 de acumulado... mudámos os dois de ideias... e fomos para os 25kms... óbvio que pensávamos que ia ser mais fácil... só que foram apenas 26kms com 800 de acumulado... nem quero falar mais nisso.
As marcações tinham algumas falhas, e isso é o mais importante de qualquer passeio quanto a mim. O almoço: óptimo... as sobremesas? também nem quero falar nisso, ihihih, só digo que o Telmo e o "nelso" são uns lambões.
O percurso era duríssimo, era a SUBIR e depois era a SUBIR e depois para descansar era a SUBIR outra vez (a pé)... irra. Mas verdade seja dita, aquela zona é linda e realmente "mira-se" o Tejo lá de cima, e também se vê a fábrica do cimento em todo o seu esplendor, ihihihih.
As descidas, singles, trilhos ou o que lhe queiram chamar eram realmente brutais, mas acabavam tão depressa :(
Continuo a achar que percursos de 25kms não podem ter este grau de dificuldade, pois devem estar mais vocacionados para que quem anda menos e os escolhe, não seja enganado... mas é só a minha opinião.
Foi uma bela manhã de BTT, especialmente porque não choveu, ou estaríamos metidos numa grande embrulhada de lama e esforço acrescido :) foi fixe!
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kaska
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10/17/2010 05:28:00 da tarde
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Barcelos, Maratona dos "5 Cumes"
Relato: Cortesia do Sr. Baldeante
Crónica do fim se semana com 600kms de carro e QUASE QUASE ZERO de bicicleta.
Depois de 300 e muitos quilómetros pela estrada nacional cheguei a Barcelinhos. De noite, sem vivalma na rua parei no primeiro café com esplanada e assim que falei em BTT apontaram logo a direcção da sede dos Amigos da Montanha. Espectáculo!
Levantamento dos dorsais estranhamente calmo, eu e outro colega até tivemos a oportunidade de experimentar o Jersey, invulgar mas agradável. Perguntei onde eram as camaratas, assunto sobre o qual tinha previamente pedido informações, apontaram para o fim a rua e disseram: vira à esquerda é mesmo em frente... e lá fui... não era mais que um albergue utilizado pelos peregrinos de Santiago e onde havia umas camas disponíveis para o pessoal.
Depois de um jantar à base de leitão, caminha, que a viagem tinha sido longa e os 5 cumes esperavam no dia seguinte. Lá pelas 22/23h começou a ouvir-se um vendaval do catano. Passada uma hora e depois de muitas voltas na cama levantei-me e fui a janela, não era só vento, chovia torrencialmente! Adormeci ao som da chuva e acordei com o mesmo som acho que só parou lá pela hora da partida.
Entre as 8h e as 9h andei para trás e para a frente, indeciso, equipo-me? não me equipo? Os colegas que lá estavam, inclusivé dois espanhóis, resolveram não ir tal como eu. Quase vendi o impermeável novo a um colega que estava determinado a ir mas que resolveu ficar a última hora. Apesar de vermos os peregrinos de Santiago saírem porta fora com aquele temporal, nós ficamos quase todos. Sim, porque havia no albergue um casal que foi... sim, um casal e segundo consta (palavras dele) a mulher é ainda mais determinada. Saíram debaixo de uma chuva bem grossa para a partida e apenas com um equipamento de verão sobre a pele. Grandes doidos, pensei eu.
Peguei no carro e fui à procura da meta para ver a partida mas quando cheguei: chuva? nem vê-la, apenas vento. Falei com os bombeiros que disseram que o tempo ia estabilizar e o pessoal da organização que garantiu que o terreno continuava ciclável mesmo com aquela chuva. Foi a gota de água. Fui ao carro, equipei-me, preparei a água, agarrei no capacete, e fui estrear o impermeável.
Com 15 minutos de atraso, sim!, porque aqui ás 9h30m é ás 9h30m! não há cá esperas ou estás, ou estás... assim devia ser em todo o lado.
Os primeiros kms foram feitos em alcatrão, e assim que entrei na terra fui recebido com uma chuvada daquelas... os bombeiros enganaram-me pensei eu... mas lá segui. O vento era mais que muito, capaz de levar a bike de um lado do trilho para o outro, mas após uns kms já nem reparava nisso. Soprava, e eu corrigia a direcção, parecia que levava piloto automático. Lama, era mais que muita, mas nunca deixou de ser ciclÁvel. Com o pneu de trás quase careca fiquei surpreendido com o comportamento da bike, quase não fugia, o único culpado dos desvios era o vento.
O percurso foi fenomenal, subidas e descidas com muita lama e água, surpreendentemente a maioria das subidas podia ser feita em cima da bike mesmo com lama e rios de água, nas descidas era só seguir o curso da água, sim, porque havia autênticos rios de água nas descidas... e nas rectas??? nem imaginam a sensação de passar entre dois muros/pinheiros/castanheiros olhar em frente e só ver água, nem sombra de terra sólida, passar entre os muros/pinheiros/castanheiros com água e lama a chegar à pedaleira e às vezes acima desta. A bike parecia que tinha motor deslizava pela àgua com eu nunca vi, nem as mudanças falhavam na àgua, e mais!? depois de um banho destes a corrente/carretos/pedaleira ficavam quase livres de lama e a andar muito melhor, qual óleo qual quê!? venha àgua! A primeira vez achei algo estranho mas depois de algumas poças já nem pestanejava, vamos em frente não há cá desvios, venham as poças, fundas ou não, cá vou eu! Afinal de contas não ia ficar mais sujo do que já estava.
O reforço estava fenomenal quando cheguei ouvi num sotaque do porto “quero uma bola de berlim”, pensei: devo estar a perceber mal o gajo carago. Mas não, o reforço era composto de bola de berlim com creme, claro está, croissants, bananas, laranjas, garrafas de àgua e pacotes de sumo... tudo à vontadinha... e se eu estava com fome! Com a indecisão da manhã comecei a prova sem pequeno almoço, barras ou luvas, onde é que eu estava com a cabeça?!
De estômago cheio a coisa animou, o S. Pedro não dava tréguas. Dos 45kms, a maioria foram feitos debaixo de chuva e vento, e se a chuva era grossa, ainda bem que não estava frio pois se aqueles pingos se transformassem em granizo estávamos lixados.
Choveram ainda algumas pinhas e ramos, felizmente só apanhei com uma ou duas pinhas e sempre no capacete, mas vi cair vários ramos alguns bem perto. Chegado à separação, eram 10min. para as 13h, ainda a tempo de ir para os 75kms, olhei bem para mim e pensei: mais 40km ate fazia mas depois quem e que me leva de volta para casa? são mais 3h de lama até ao almoço e anda tenho 300kms de volta... decisão tomada. Fui a Barcelos para os 75kms e fiz apenas 45kms... mas que 45kms!!!
Terminada a prova dei banho à bike num fontanário, com a ajuda do bidon, carreguei a bike e reparei nesta altura que havia uma fonte bem maior onde havia colegas a literalmente mergulhar a bike para tirar a lama... muito mais rápido sim senhor.
Depois de mais uma ajuda com sotaque nortenho, cheguei ao estádio. Banho quente, almoço no estômago e mais 300 kms de volta. Para o ano se puder, volto, com ou sem chuva, e, quem não foi fez muito mal: - FOI FENOMENAL!!!
Algumas fotos AQUI e AQUI
Página do Rescaldo AQUI
Crónica do fim se semana com 600kms de carro e QUASE QUASE ZERO de bicicleta.
Depois de 300 e muitos quilómetros pela estrada nacional cheguei a Barcelinhos. De noite, sem vivalma na rua parei no primeiro café com esplanada e assim que falei em BTT apontaram logo a direcção da sede dos Amigos da Montanha. Espectáculo!
Levantamento dos dorsais estranhamente calmo, eu e outro colega até tivemos a oportunidade de experimentar o Jersey, invulgar mas agradável. Perguntei onde eram as camaratas, assunto sobre o qual tinha previamente pedido informações, apontaram para o fim a rua e disseram: vira à esquerda é mesmo em frente... e lá fui... não era mais que um albergue utilizado pelos peregrinos de Santiago e onde havia umas camas disponíveis para o pessoal.
Depois de um jantar à base de leitão, caminha, que a viagem tinha sido longa e os 5 cumes esperavam no dia seguinte. Lá pelas 22/23h começou a ouvir-se um vendaval do catano. Passada uma hora e depois de muitas voltas na cama levantei-me e fui a janela, não era só vento, chovia torrencialmente! Adormeci ao som da chuva e acordei com o mesmo som acho que só parou lá pela hora da partida.
Entre as 8h e as 9h andei para trás e para a frente, indeciso, equipo-me? não me equipo? Os colegas que lá estavam, inclusivé dois espanhóis, resolveram não ir tal como eu. Quase vendi o impermeável novo a um colega que estava determinado a ir mas que resolveu ficar a última hora. Apesar de vermos os peregrinos de Santiago saírem porta fora com aquele temporal, nós ficamos quase todos. Sim, porque havia no albergue um casal que foi... sim, um casal e segundo consta (palavras dele) a mulher é ainda mais determinada. Saíram debaixo de uma chuva bem grossa para a partida e apenas com um equipamento de verão sobre a pele. Grandes doidos, pensei eu.
Peguei no carro e fui à procura da meta para ver a partida mas quando cheguei: chuva? nem vê-la, apenas vento. Falei com os bombeiros que disseram que o tempo ia estabilizar e o pessoal da organização que garantiu que o terreno continuava ciclável mesmo com aquela chuva. Foi a gota de água. Fui ao carro, equipei-me, preparei a água, agarrei no capacete, e fui estrear o impermeável.
Com 15 minutos de atraso, sim!, porque aqui ás 9h30m é ás 9h30m! não há cá esperas ou estás, ou estás... assim devia ser em todo o lado.
Os primeiros kms foram feitos em alcatrão, e assim que entrei na terra fui recebido com uma chuvada daquelas... os bombeiros enganaram-me pensei eu... mas lá segui. O vento era mais que muito, capaz de levar a bike de um lado do trilho para o outro, mas após uns kms já nem reparava nisso. Soprava, e eu corrigia a direcção, parecia que levava piloto automático. Lama, era mais que muita, mas nunca deixou de ser ciclÁvel. Com o pneu de trás quase careca fiquei surpreendido com o comportamento da bike, quase não fugia, o único culpado dos desvios era o vento.
O percurso foi fenomenal, subidas e descidas com muita lama e água, surpreendentemente a maioria das subidas podia ser feita em cima da bike mesmo com lama e rios de água, nas descidas era só seguir o curso da água, sim, porque havia autênticos rios de água nas descidas... e nas rectas??? nem imaginam a sensação de passar entre dois muros/pinheiros/castanheiros olhar em frente e só ver água, nem sombra de terra sólida, passar entre os muros/pinheiros/castanheiros com água e lama a chegar à pedaleira e às vezes acima desta. A bike parecia que tinha motor deslizava pela àgua com eu nunca vi, nem as mudanças falhavam na àgua, e mais!? depois de um banho destes a corrente/carretos/pedaleira ficavam quase livres de lama e a andar muito melhor, qual óleo qual quê!? venha àgua! A primeira vez achei algo estranho mas depois de algumas poças já nem pestanejava, vamos em frente não há cá desvios, venham as poças, fundas ou não, cá vou eu! Afinal de contas não ia ficar mais sujo do que já estava.
O reforço estava fenomenal quando cheguei ouvi num sotaque do porto “quero uma bola de berlim”, pensei: devo estar a perceber mal o gajo carago. Mas não, o reforço era composto de bola de berlim com creme, claro está, croissants, bananas, laranjas, garrafas de àgua e pacotes de sumo... tudo à vontadinha... e se eu estava com fome! Com a indecisão da manhã comecei a prova sem pequeno almoço, barras ou luvas, onde é que eu estava com a cabeça?!
De estômago cheio a coisa animou, o S. Pedro não dava tréguas. Dos 45kms, a maioria foram feitos debaixo de chuva e vento, e se a chuva era grossa, ainda bem que não estava frio pois se aqueles pingos se transformassem em granizo estávamos lixados.
Choveram ainda algumas pinhas e ramos, felizmente só apanhei com uma ou duas pinhas e sempre no capacete, mas vi cair vários ramos alguns bem perto. Chegado à separação, eram 10min. para as 13h, ainda a tempo de ir para os 75kms, olhei bem para mim e pensei: mais 40km ate fazia mas depois quem e que me leva de volta para casa? são mais 3h de lama até ao almoço e anda tenho 300kms de volta... decisão tomada. Fui a Barcelos para os 75kms e fiz apenas 45kms... mas que 45kms!!!
Terminada a prova dei banho à bike num fontanário, com a ajuda do bidon, carreguei a bike e reparei nesta altura que havia uma fonte bem maior onde havia colegas a literalmente mergulhar a bike para tirar a lama... muito mais rápido sim senhor.
Depois de mais uma ajuda com sotaque nortenho, cheguei ao estádio. Banho quente, almoço no estômago e mais 300 kms de volta. Para o ano se puder, volto, com ou sem chuva, e, quem não foi fez muito mal: - FOI FENOMENAL!!!
Algumas fotos AQUI e AQUI
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kaska
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10/17/2010 04:35:00 da tarde
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sexta-feira, 15 de outubro de 2010
Rota dos Pastores
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kaska
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10/15/2010 12:06:00 da manhã
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terça-feira, 5 de outubro de 2010
Avalanche 2010: A aventura da desventura!
![]() |
| 2010 10 03 - Avalanche 2010 - Lousã |
Depois de tantos ameaços, desta vez é que fiz as malas e fui passar o fim de semana (mais um) à Lousã, para participar então na famosa Avalanche. O único colega que consegui persuadir a ir comigo (ou terá sido ele a persuadir-me a mim?), foi o Bruno Afonso. Sim, o tal que nos convidou da outra vez e que depois não chegou a ir. A ida foi no Sábado de manhã e imaginem só, ficamos de novo no Parque de Campismo de Serpins. Montar a tenda era a prioridade, pois previa-se enchente no parque. Depois fomos logo para a Serra pois eu queria que o Bruno me apresentasse os "Trilhos da Bruxa" que são um conjunto de meia dúzia de trilhos a descer (claro!), que vão dar todos ao Parque de Merendas do Terreiro das Bruxas, local onde estivémos na anterior incursão a esta serra.
Depois de 3,7 kms a descer a única coisa que me passava pela cabeça era: como é que amanhã faço o Avalanche?... É melhor almoçar! E almoçamos no Parque de Merendas do Terreiro das Bruxas.
A seguir fomos então para o Trevim para fazer o reconhecimento da prova. No caminho para cima fomos presenteados com uns pequenos veados que estavam próximo da estrada e não se importaram muito com a nossa passagem.
Chegamos ao Trevim, 1200 mts de altura. Um dia Lindo. Uma vista espêndida. Foi montar nas bikes e descer... mas não foi por muito tempo.
Ainda nem tinhamos 5 kms feitos, e eu tive um furo... até aqui nada de anormal, como se isso não fosse normal comigo... mas eis que chega o Bruno logo atrás de mim com dois furos... SHIT!
Remendei a minha e ficou porreiro, o Bruno rebentou uma câmara de ar a remendar um dos furos e só sobrou uma suplente. Ficamos por ali um pouco, mas não houve uma alma caridosa, que nos emprestasse uma câmara de ar, ou mesmo alguém que tivesse cola para remendar uma das furadas pois remendos tinhamos nós. O pessoal do Downhill, regra geral, são muito pouco solidários, quase todos param a perguntar se está tudo bem, mas ninguém empresta nada nem ajuda em nada... muito diferente do que estou acostumado no Cross Country... No local onde furámos, assisti a pelo menos 10 furos de outros colegas, mas ninguém tinha câmaras de ar para emprestar... lol... Resultado: - Eu vou para baixo, acabo o percurso, compro câmaras de ar e venho trazer-te de novo e volto a descer contigo...
Só que a minha ida e vinda demorou um pouco(zão)... duas quedas (lol)... comprar a câmara de ar e voltar para cima... ui...ui... quando cheguei, fiz-me à descida sem mais demoras mas... antes de chegar onde supostamente o Bruno me esperava... eis que tive mais 2 furos... irraaaaaa!!! Fui a pé até ao local onde estaria o Bruno, para não gastar a única que me restava sob pena de nem ele fazer o percurso uma única vez. Cheguei lá e ele já não estava, só me restava uma câmara, mudei e voltei para trás, não me apeteceu correr o risco de descer e furar de novo.
Devo ser o único "maluco" que alguma vez fez o percurso da Avalanche a subir... lol... foi lindo senhores... era vê-los a descer que nem tontos e eu a subir... aqueles 4,5 kms que desci, pareciam não acabar ao subir. Pró ano talvez eles usem a minha foto para o cartaz do Avalanche... mas a subir... lol.
O percurso, para quem não faz Downhill ou Freeride, acho eu, era um pouco difícil e com zonas muito técnicas, muitas raízes e pedras... tirando as duas quedas, só desmontei 3 vezes, uns degraus, um drop mais alto e uma descida difícil. Correu bastante bem, considerando a exigência e a minha falta de prática (kit de mãos)... lol.
No Domingo, começou o dia a chover, e nunca mais parou. E cada vez chovia mais e mais e mais, ao ponto de desistirmos de fazer o percurso. A prova começava às 14.30 e os atletas iam para cima a partir das 11 horas, os que voltavam para baixo só nos diziam: - Não se consegue estar lá em cima, o tempo está intragável... e muitos vieram para baixo sem esperarem pela hora da prova, pois o frio e a chuva eram demasiado.
Mas isto são tudo desculpas, visto que os "prós" ficaram lá em cima e desceram tudo precisamente com o mesmo "tempo" e "velocidade" como se a pista estivesse seca e o dia limpo... gandas malucos man! Quando chegaram os primeiros ensopados, estavam castanhos de lama, ao ponto de nem sequer me ter apercebido de quem ganhou.
Quanto à organização, devo dizer, na minha opinião (claro)... está a "anos-luz" das organizações que estou acostumado nos passeios de Cross Country... anos-luz... mas para trás. A maior parte dos atletas nem sabia que se podia lavar as bicicletas nem onde era o local, nem sequer havia nada a indicar... e quanto aos banhos, exactamente a mesma coisa. O almoço: uma sandes e uma imperial... e é uma sorte. E não almoçam à chuva, porque a chuva era tanta que tiveram que abrir o pavilhão para meterem o comer lá dentro. Acreditem que choveu a bom chover, de tal maneira que o pessoal da meta teve que fazer a contagem dentro de uma carrinha fechada.
Para uma organização que realiza esta prova à tantos anos e que ainda por cima, abre as inscrições a todo o género de participantes, sem restrições, eu esperava muito mais.
Sei onde se lavava as bikes, sei onde se tomava banho, sei onde se almoçava e o que se almoçava, porque até à última hora estive sempre indeciso se iria fazer o percurso ou não, e fui perguntar todos estes dados a um elemento da organização... mas tive que o procurar bem.
Não digo que não voltarei mais, porque... porque não. Mas decepcionou-me um pouco.
O pessoal do "Downhill" sofre muito e pede muito pouco em troca.
Cabe às organizações fazerem muito mais por estes atletas.
Eles merecem, é um prazer para os olhos ver estes tipos descer uma serra daquelas e trilhos daqueles.
Parabéns a todos eles! Sei que houve acidentes, a esses, desejo as rápidas melhoras.
Ficam algumas fotos, não são muitas... porque era a descer. Cliquem na foto no início.
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kaska
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10/05/2010 09:31:00 da tarde
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sexta-feira, 1 de outubro de 2010
Os Morcegos do Arrimal
Relato: Cortesia do Sr. Baldeante
Como seria de esperar não estivesse-mos nós na Serra dos Candeeiros, houve pedra com fartura, mas para variar bem distribuída. Quer isto dizer que depois de uma subida/descida de pedra havia quase sempre um pouco de alcatrão ou um belo estradão e mesmo os mais curtos davam para descansar os ossos. Eu só acho que o descanso nunca era o suficiente mas se calhar sou só eu...
As subidas existiram mas o pior foram as descidas... depois de uma subida com pedra, uma descida com pedra, intercalada ou não, com um estradão faz mais mossa que a própria subida ou pelo menos os meus ossos assim o indicaram.
Gostei principalmente do início da prova onde fizemos umas voltas entre muros de pedra característicos da zona antes de começar a subir direitinho à zona da pedra. A chegada foi semelhante embora eu nos últimos quilómetros estivesse a pensar ”queres ver que com tanta volta ainda vou subir o monte de novo” :D
O reforço estava bem guarnecido especialmente de água e sumo. Só achei um pouco chato terem apenas garrafões em vez da habitual garrafa de água, o que obrigou o pessoal a esperar pela sua vez para encher o "bidon" ou limpar a garganta do pó que por lá havia que não era assim tão pouco... Pelos os garrafões evitam que os mais "porcos" deixem as garrafas espalhadas pelos trilhos. Temos que nos lembrar que estavamos num Parque Natural protegido.
Terminada a prova fomos brindados com uma bela sopa de pedra, seguida de uma mistura de frango assado e grelhada mista. Tudo isto regado com vinho, cerveja, sumo ou água como de costume. E para sobremesa: fruta... talvez por isso o Sr. Kaska não tenha aparecido... não havia arroz doce! :D
Fotos: AQUI
Como seria de esperar não estivesse-mos nós na Serra dos Candeeiros, houve pedra com fartura, mas para variar bem distribuída. Quer isto dizer que depois de uma subida/descida de pedra havia quase sempre um pouco de alcatrão ou um belo estradão e mesmo os mais curtos davam para descansar os ossos. Eu só acho que o descanso nunca era o suficiente mas se calhar sou só eu...
As subidas existiram mas o pior foram as descidas... depois de uma subida com pedra, uma descida com pedra, intercalada ou não, com um estradão faz mais mossa que a própria subida ou pelo menos os meus ossos assim o indicaram.
Gostei principalmente do início da prova onde fizemos umas voltas entre muros de pedra característicos da zona antes de começar a subir direitinho à zona da pedra. A chegada foi semelhante embora eu nos últimos quilómetros estivesse a pensar ”queres ver que com tanta volta ainda vou subir o monte de novo” :D
O reforço estava bem guarnecido especialmente de água e sumo. Só achei um pouco chato terem apenas garrafões em vez da habitual garrafa de água, o que obrigou o pessoal a esperar pela sua vez para encher o "bidon" ou limpar a garganta do pó que por lá havia que não era assim tão pouco... Pelos os garrafões evitam que os mais "porcos" deixem as garrafas espalhadas pelos trilhos. Temos que nos lembrar que estavamos num Parque Natural protegido.
Terminada a prova fomos brindados com uma bela sopa de pedra, seguida de uma mistura de frango assado e grelhada mista. Tudo isto regado com vinho, cerveja, sumo ou água como de costume. E para sobremesa: fruta... talvez por isso o Sr. Kaska não tenha aparecido... não havia arroz doce! :D
Fotos: AQUI
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kaska
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10/01/2010 01:39:00 da tarde
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Maratona de Óbidos
Relato: Cortesia do Sr. Baldeante
A Maratona de Óbidos este ano não me correu bem. Queria fazer 80kms mas fui obrigado a fazer os 40kms.
O percurso foi agradável e conhecendo eu a zona não houve grande novidade, estava bem marcado e percorria maioritariamente a zona envolvente ao Castelo e Lagoa de Óbidos, sendo esta já uma marca regista da Maratona de Óbidos.
Secretariado, abastecimentos, banhos e almoço sem qualquer repreensão. Para o ano têm de ter cuidado com o kaska pois ele estava danado para esvaziar a garrafa de Ginja, então não é que bebeu duas doses a dele e a minha... e acho que ainda ia outra... só não sei quem é que levava o carro para Rio Maior.
Quanto a azares, furei na descida da separação dos 40/80 e depois de uns largos minutos à guerra com a bomba de ar que não queria agarrar o pipo, tirei a roda... mas quando finalmente estava a começar a encher um colega cujo dorsal eu não vi, parou para me ajudar. Pouco depois a minha bomba ficou inutilizada com a válvula solta (quando cheguei a casa consegui voltar a monta-la) o colega prontamente tirou uma bomba do "CamelBak" e enchemos o pneu. Os meus agradecimentos a este colega.
Ele seguiu e eu tentei... mas o pneu começou novamente a esvaziar uns metros mais à frente. Sem bomba operacional à vista, trepei até à separação com um estado de humor que nem vos conto e optei pelos 40 kms. Tendo feito uns quilómetros a pé para meu desagrado, mais ou menos no início da descida do Sobral um outro colega colega cujo dorsal eu também não vi mas que envergava uma Jersey do ForumBtt parou para me emprestar a bomba e voltar a encher o pneu. Não resolveu a questão mas permitiu-me chegar até meio da última subida em cima da bike. Mais uma vez os meus agradecimentos a este também a este colega.
Cheguei à meta a pé pela primeira vez, e ouve outro colega que me emprestou a bomba para que eu não tivesse de voltar até ao carro a pé mais uma vez não vi o dorsal e de novo os meus agradecimentos pois são estas atitudes que fazem do BTT um desporto cativante.
Pró ano hei-de chegar ao fim e em cima a bike! E da próxima vez que alguém na chegada disser com voz sarcástica: “- Já terminaste os 80 kms? tás a andar bem!” atiro-lhe com a bike para cima :D
O BTTCaldas tirou "milhentas" fotos que estão disponíveis aqui:
BTTCaldas - FOTOS
A Maratona de Óbidos este ano não me correu bem. Queria fazer 80kms mas fui obrigado a fazer os 40kms.
O percurso foi agradável e conhecendo eu a zona não houve grande novidade, estava bem marcado e percorria maioritariamente a zona envolvente ao Castelo e Lagoa de Óbidos, sendo esta já uma marca regista da Maratona de Óbidos.
Secretariado, abastecimentos, banhos e almoço sem qualquer repreensão. Para o ano têm de ter cuidado com o kaska pois ele estava danado para esvaziar a garrafa de Ginja, então não é que bebeu duas doses a dele e a minha... e acho que ainda ia outra... só não sei quem é que levava o carro para Rio Maior.
Quanto a azares, furei na descida da separação dos 40/80 e depois de uns largos minutos à guerra com a bomba de ar que não queria agarrar o pipo, tirei a roda... mas quando finalmente estava a começar a encher um colega cujo dorsal eu não vi, parou para me ajudar. Pouco depois a minha bomba ficou inutilizada com a válvula solta (quando cheguei a casa consegui voltar a monta-la) o colega prontamente tirou uma bomba do "CamelBak" e enchemos o pneu. Os meus agradecimentos a este colega.
Ele seguiu e eu tentei... mas o pneu começou novamente a esvaziar uns metros mais à frente. Sem bomba operacional à vista, trepei até à separação com um estado de humor que nem vos conto e optei pelos 40 kms. Tendo feito uns quilómetros a pé para meu desagrado, mais ou menos no início da descida do Sobral um outro colega colega cujo dorsal eu também não vi mas que envergava uma Jersey do ForumBtt parou para me emprestar a bomba e voltar a encher o pneu. Não resolveu a questão mas permitiu-me chegar até meio da última subida em cima da bike. Mais uma vez os meus agradecimentos a este também a este colega.
Cheguei à meta a pé pela primeira vez, e ouve outro colega que me emprestou a bomba para que eu não tivesse de voltar até ao carro a pé mais uma vez não vi o dorsal e de novo os meus agradecimentos pois são estas atitudes que fazem do BTT um desporto cativante.
Pró ano hei-de chegar ao fim e em cima a bike! E da próxima vez que alguém na chegada disser com voz sarcástica: “- Já terminaste os 80 kms? tás a andar bem!” atiro-lhe com a bike para cima :D
O BTTCaldas tirou "milhentas" fotos que estão disponíveis aqui:
BTTCaldas - FOTOS
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kaska
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terça-feira, 28 de setembro de 2010
Centro de BTT da Lousã?... ué?... cadê ele?
A convite do nosso amigo Bruno Afonso, rapazinho especializado em coisas de "dóinahill": - temos que ir à Lousã e tal, conheço lá uns singles e tal e porque é jovem!... vai daí que conseguimos juntar 10 rapazinhos para irem até à Lousã... mas surpresa das surpresas, à última hora, o Bruno diz que não podia ir. LOL... Bem... não vamos 10, vamos 9.
E lá fomos, na sexta-feira ao fim da tarde direitinhos ao Parque de Campismo de Serpins ali a 8 kms da Lousã. A ideia era levantar cedinho e apanhar a serra ainda fresquinha para subirmos por ela acima.
A ideia pssou então a ser conhecer o "novo" Centro de BTT da Lousã e fazermos um dos percursos marcados que estes centros nos disponibilizam. Decidimos fazer o mais difícil, claro!... afinal tinhamos o dia todo né?! Toca a subir e a subir e a subir... mas já lá vamos. Com fotos é mais bonito.
Quanto ao Centro de BTT da Lousã e antes de me adiantar em mais "escritas" devo dizer que segundo diziam no site das Aldeias de Xisto, projecto do qual fazem parte os 3 únicos Centros de BTT existentes em Portugal, este encontrava-se desactivado devido a actos de vandalismo. Isto para começar já é uma vergonha. Um Centro de BTT que abriu em 2010, e já está fechado? Aliás: Ainda está fechado? Depois, tivemos logo o azar de escolher um trajecto que está intransitável (para escolher uma palavra pouco brusca) e como tal, os responsáveis por este centro de BTT esqueceram-se de mudar o track GPS disponível on-line... e lá estiveram estes 9 "tótós" perdidos no meio da serra com as bikes às costas durante 3 horas porque imbirramos todos que deviamos respeitar o track GPS e continuar a procurar um caminho que simplesmente não existia... fomos mesmo burros.
Tirando esses desaires, foi um fim de semana bem passado, com pessoal de rio maior, caldas, bombarral e óbidos, tudo à mistura. Foi porreiro conhecer este pessoal, o convívio de sexta à noite, o sábado bem passado a fazer BTT, os trilhos, a visita às aldeias do Talasnal, onde bebemos uns belos de uns licores regionais, Candal e Cerdeira... é deveras uma Serra muito bonita.
Ficou a promessa de lá voltarmos (ou a outro lado)... desta vez sem dar muita importância a Tracks GPS de Centros de BTT que a continuarem com esta maneira de "ser e estar" não recebem a credibilidade que era suposto ser-lhes atribuída.
Devo referir, a quem perder tempo a ler estas linhas, que já fiz todos os percursos do Centro de BTT da Penela (excepto o de 75kms), e que depois disso enviei mails dando conhecimento de coisas que achei não estarem muito bem, inclusivé marcações que suponho eu devem estar a cargo das "associações e entidades locais" a quem são entregues estes centros... e nunca obtive nem resposta, nem sequer um "obrigado por nos avisar, vamos já repor esse erro ou essas placas".
Podem visitar o tópico criado por um dos nossos colegas no FORUMBTT e podem visitar os links com as nossas fotos desta aventura, bem como os links dos rescaldos da minha anterior visita e esperemos que este panorama mude de futuro e que os Centros de BTT floresçam por todo o país e sejam devidamente acautelados e preservados, pois são sem dúvida uma óptima maneira de fazermos o nosso desporto conhecendo locais que de outra maneira não conheceriamos... fazendo BTT, claro. O programa das Aldeias de Xisto está de parabéns por esta iniciativa mas por outro lado merece no mínimo o "nosso mal estar e a nossa apreensão" pois não segue com atenção e firmeza o trabalho desenvolvido por quem fica encarregue da manutenção destes centros e destes percursos.
FOTOS DESTA AVENTURA: PICASA do OSVALDO
FORUM BTT: TÓPICO do TELMO
VISITA AO CENTRO BTT PENELA: UM - DOIS - TRÊS - QUATRO
E lá fomos, na sexta-feira ao fim da tarde direitinhos ao Parque de Campismo de Serpins ali a 8 kms da Lousã. A ideia era levantar cedinho e apanhar a serra ainda fresquinha para subirmos por ela acima.
A ideia pssou então a ser conhecer o "novo" Centro de BTT da Lousã e fazermos um dos percursos marcados que estes centros nos disponibilizam. Decidimos fazer o mais difícil, claro!... afinal tinhamos o dia todo né?! Toca a subir e a subir e a subir... mas já lá vamos. Com fotos é mais bonito.
Quanto ao Centro de BTT da Lousã e antes de me adiantar em mais "escritas" devo dizer que segundo diziam no site das Aldeias de Xisto, projecto do qual fazem parte os 3 únicos Centros de BTT existentes em Portugal, este encontrava-se desactivado devido a actos de vandalismo. Isto para começar já é uma vergonha. Um Centro de BTT que abriu em 2010, e já está fechado? Aliás: Ainda está fechado? Depois, tivemos logo o azar de escolher um trajecto que está intransitável (para escolher uma palavra pouco brusca) e como tal, os responsáveis por este centro de BTT esqueceram-se de mudar o track GPS disponível on-line... e lá estiveram estes 9 "tótós" perdidos no meio da serra com as bikes às costas durante 3 horas porque imbirramos todos que deviamos respeitar o track GPS e continuar a procurar um caminho que simplesmente não existia... fomos mesmo burros.
Tirando esses desaires, foi um fim de semana bem passado, com pessoal de rio maior, caldas, bombarral e óbidos, tudo à mistura. Foi porreiro conhecer este pessoal, o convívio de sexta à noite, o sábado bem passado a fazer BTT, os trilhos, a visita às aldeias do Talasnal, onde bebemos uns belos de uns licores regionais, Candal e Cerdeira... é deveras uma Serra muito bonita.
Ficou a promessa de lá voltarmos (ou a outro lado)... desta vez sem dar muita importância a Tracks GPS de Centros de BTT que a continuarem com esta maneira de "ser e estar" não recebem a credibilidade que era suposto ser-lhes atribuída.
Devo referir, a quem perder tempo a ler estas linhas, que já fiz todos os percursos do Centro de BTT da Penela (excepto o de 75kms), e que depois disso enviei mails dando conhecimento de coisas que achei não estarem muito bem, inclusivé marcações que suponho eu devem estar a cargo das "associações e entidades locais" a quem são entregues estes centros... e nunca obtive nem resposta, nem sequer um "obrigado por nos avisar, vamos já repor esse erro ou essas placas".
Podem visitar o tópico criado por um dos nossos colegas no FORUMBTT e podem visitar os links com as nossas fotos desta aventura, bem como os links dos rescaldos da minha anterior visita e esperemos que este panorama mude de futuro e que os Centros de BTT floresçam por todo o país e sejam devidamente acautelados e preservados, pois são sem dúvida uma óptima maneira de fazermos o nosso desporto conhecendo locais que de outra maneira não conheceriamos... fazendo BTT, claro. O programa das Aldeias de Xisto está de parabéns por esta iniciativa mas por outro lado merece no mínimo o "nosso mal estar e a nossa apreensão" pois não segue com atenção e firmeza o trabalho desenvolvido por quem fica encarregue da manutenção destes centros e destes percursos.
FOTOS DESTA AVENTURA: PICASA do OSVALDO
FORUM BTT: TÓPICO do TELMO
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kaska
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9/28/2010 11:41:00 da tarde
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quarta-feira, 22 de setembro de 2010
Avalanche Licor Beirão
Procura-se urgentemente quem me queira acompanhar à Lousã para participar na maior prova de descida colectiva realizada em Portugal. Do Alto do Trevim a 1205 mts de altitude, é sempre a descer até à Lousã. Os mais rápidos demoram nestes cerca de 17-20 kms, entre 20-25 minutos... ou menos ainda... lol.
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9/22/2010 10:46:00 da tarde
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sexta-feira, 10 de setembro de 2010
3º Raid FaiskasBTT 2010
O Passeio dos Faiskas tem pouco que dizer. Foi um passeio muito dentro da normalidade. Foi a minha primeira vez por lá, e gostei.
O passeio foi bom, marcações, almoço, banho... tudo foi bom. Valeu a pena, e felizmente nem fez muito calor, pelo menos para quem foi fazer os 40kms, que foi o meu caso e do Armando. Claro que os mais "malucos" foram fazer o passeio dos 60kms e tiveram que subir a Serra do Socorro. Apanharam, claro, com mais calor e o Telmo quase que era o primeiro (do fim... eheh) a chegar e com um brutal empeno, parece que a coisa não foi fácil.
Como é óbvio, eu furei... mas desta vez furei mesmo sem andar, ou seja, enquanto a bike ia de carro para Torres... eheheh... incrível.
Mas o melhor de tudo foi mesmo o re-encontro com o pessoal que já não via à muito tempo.
Os nossos grandes amigos, Daniel e Carla, o Telmo e o Baldeante, o Zalo, o Armando e eu... e até o Hugo Bernardino
por lá apareceu... foi excelente.
Aquele almoço todos juntos novamente... que saudades... muito bom. Ainda deu tempo para ir ao MacPato de Torres
para um bela de uma sobremesa e duas horas de cavaqueira naquele ar condicionado bem fresquinho... lol.
FOTOS: AQUI
O passeio foi bom, marcações, almoço, banho... tudo foi bom. Valeu a pena, e felizmente nem fez muito calor, pelo menos para quem foi fazer os 40kms, que foi o meu caso e do Armando. Claro que os mais "malucos" foram fazer o passeio dos 60kms e tiveram que subir a Serra do Socorro. Apanharam, claro, com mais calor e o Telmo quase que era o primeiro (do fim... eheh) a chegar e com um brutal empeno, parece que a coisa não foi fácil.
Como é óbvio, eu furei... mas desta vez furei mesmo sem andar, ou seja, enquanto a bike ia de carro para Torres... eheheh... incrível.
Mas o melhor de tudo foi mesmo o re-encontro com o pessoal que já não via à muito tempo.
Os nossos grandes amigos, Daniel e Carla, o Telmo e o Baldeante, o Zalo, o Armando e eu... e até o Hugo Bernardino
por lá apareceu... foi excelente.
Aquele almoço todos juntos novamente... que saudades... muito bom. Ainda deu tempo para ir ao MacPato de Torres
para um bela de uma sobremesa e duas horas de cavaqueira naquele ar condicionado bem fresquinho... lol.
FOTOS: AQUI
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9/10/2010 01:33:00 da tarde
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quarta-feira, 1 de setembro de 2010
Passeio de Verão na Foz do Arelho

Pela segunda vez, lá fomos (alguns) até à Foz para fazer a voltinha da lagoa e a voltinha de barco... lol.
A volta foi semelhante ao ano passado, afinal de contas a lagoa é a mesma... lol...
As inscrições gratuitas e a possibilidade de voltarmos para cá de barco atravessando a lagoa, faz com que este passeio ganhe uma vertante mais familiar e de lazer, do que os normais passeios. Claro que os 25 kms (só) e o pão com chouriço no final... também ajudam.
Sendo assim, lá fui de novo com o meu filhote e mais 2 colegas (nuno e filipe). Lá nos encontramos com o telmo chaves que nos acompanhou durante grande parte do percurso.
Foi uma manhã bem passada, com direito a ir à praia da parte da tarde. Deixo-vos algumas fotos e recomendo que pró ano que vem, não faltem.
FOTOS: PICASA rioMAIOR BTTeam
MAIS FOTOS: AQUI
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9/01/2010 02:45:00 da tarde
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sexta-feira, 27 de agosto de 2010
Rota dos Avieiros - Vale Figueira
Relato: Cortesia do Sr. Baldeante
7 de Agosto: Ora vamos lá a ver... eu esperava um passeio simples, pouco técnico, largo conjunto de estradões e algum calor... Enganei-me.
Às 9h já estavam mais de 25 graus, estradões mesmo estradões só lá para a segunda metade do passeio.
Os primeiros quilómetros foram em alcatrão logo atrás da moto 4, mas assim que entramos na terra logo no fim da primeira descida fui brindado com um estradão repleto de cascalho, e não era um cascalho qualquer, parece que tinham andado a reparar boa parte dos caminhos rurais das chuvas do Inverno e utilizaram cascalho do caminho de ferro... as pedras saltavam por todo o lado e a bike parecia uma cabra nos primeiros metros... só vi o cascalho quando era tarde de mais... solução? agarrar a cabra pelos cornos e rezar para que não espetasse comigo no chão.
Mas houve mais surpresas, os primeiros 15 quilómetros pareciam um carrossel, era um constante sobe e desce com uma ou outra recta pelo meio, as subidas não eram lá muito grandes ou inclinadas mas havia alguma areia e seixos escondidos entre a erva.
Alguns sítios mais pareciam uma praia, nunca pensei que houvessem tantos seixos àquela distância do mar, parece que o rio Tejo teve alguma influência no assunto.
Houveram ainda algumas mudanças de direcção que estavam assinaladas muito em cima provocando travagens bruscas.
Mas nem todas as surpresas dificultaram o passeio depois de subir não há nada melhor que descer, e neste passeio à falta de single-tracks naturais o pessoal da organização construiu vários pelo meio dos sobreiros onde a sombra era mais fresca.
Nós agradecemos, e diga-se de passagem, ligar uns quantos sobreiros com umas fitas para nos guiar pelo monte abaixo aos SSS contornando sobreiros sem marrar com nenhum, foi um desafio muito bem vindo.
A organização foi impecável, não faltou nada. Havia um melão fresquinho no reforço que estava um mimo. Dois reforços líquidos, e um liquido e sólido, tudo isto num passeio de 30 e poucos quilómetros... basicamente, era àgua de 10 em 10 quilómetros... portanto: sede não passamos.
E para terminar, almoço ao ar livre debaixo de uma bela sombra com um porco no espeto que estava de comer e chorar por mais. Não se pode pedir mais nada.
FOTOS:
http://picasaweb.google.pt/btt.cicloturismo.alvitejo/4PasseioRotaDosAvieiros2Edicao#5506695833665737698
7 de Agosto: Ora vamos lá a ver... eu esperava um passeio simples, pouco técnico, largo conjunto de estradões e algum calor... Enganei-me.
Às 9h já estavam mais de 25 graus, estradões mesmo estradões só lá para a segunda metade do passeio.
Os primeiros quilómetros foram em alcatrão logo atrás da moto 4, mas assim que entramos na terra logo no fim da primeira descida fui brindado com um estradão repleto de cascalho, e não era um cascalho qualquer, parece que tinham andado a reparar boa parte dos caminhos rurais das chuvas do Inverno e utilizaram cascalho do caminho de ferro... as pedras saltavam por todo o lado e a bike parecia uma cabra nos primeiros metros... só vi o cascalho quando era tarde de mais... solução? agarrar a cabra pelos cornos e rezar para que não espetasse comigo no chão.
Mas houve mais surpresas, os primeiros 15 quilómetros pareciam um carrossel, era um constante sobe e desce com uma ou outra recta pelo meio, as subidas não eram lá muito grandes ou inclinadas mas havia alguma areia e seixos escondidos entre a erva.
Alguns sítios mais pareciam uma praia, nunca pensei que houvessem tantos seixos àquela distância do mar, parece que o rio Tejo teve alguma influência no assunto.
Houveram ainda algumas mudanças de direcção que estavam assinaladas muito em cima provocando travagens bruscas.
Mas nem todas as surpresas dificultaram o passeio depois de subir não há nada melhor que descer, e neste passeio à falta de single-tracks naturais o pessoal da organização construiu vários pelo meio dos sobreiros onde a sombra era mais fresca.
Nós agradecemos, e diga-se de passagem, ligar uns quantos sobreiros com umas fitas para nos guiar pelo monte abaixo aos SSS contornando sobreiros sem marrar com nenhum, foi um desafio muito bem vindo.
A organização foi impecável, não faltou nada. Havia um melão fresquinho no reforço que estava um mimo. Dois reforços líquidos, e um liquido e sólido, tudo isto num passeio de 30 e poucos quilómetros... basicamente, era àgua de 10 em 10 quilómetros... portanto: sede não passamos.
E para terminar, almoço ao ar livre debaixo de uma bela sombra com um porco no espeto que estava de comer e chorar por mais. Não se pode pedir mais nada.
FOTOS:
http://picasaweb.google.pt/btt.cicloturismo.alvitejo/4PasseioRotaDosAvieiros2Edicao#5506695833665737698
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8/27/2010 03:02:00 da tarde
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quinta-feira, 26 de agosto de 2010
Nocturno "Caça aos Gambuzinos"
Relato: Cortesia do Sr. Baldeante
24 Julho 2010 - Como costume, o Chaves desafiou-me para algo diferente e partimos para Campelos com a promessa de uma caçada nocturna aos Gambuzinos da zona... ao que parece são tímidos e ninguém conseguiu apanhar, nem ver, um que fosse...
Este foi o meu primeiro passeio nocturno, cerca de 20kms de pura aventura. Foi pena só terem durado uma hora e pouco, quando já estava a começar a começar a ver bem no escuro, acaba o passeio. Irão existir mais, e é algo que quero repetir.
O passeio começou pelo "lusco fusco" do fim do dia, mas cedo se fez noite... ou quase noite, pois quem estivesse perto do Chaves era como se fosse dia. Tinha com ele um autêntico candeeiro. Quem para ele olhasse ficava quase cego :D já para não falar da discoteca que tinha no "camelbak". Duas colunas ligadas ao telemóvel deram ritmo ao passeio e um ponto de referência para os mais distraídos saberem que caminho seguir... sempre atrás da música :D
Voltando ao passeio em si: as marcações eram compostas de setas verdes mas como a tinta não era fluorescente foi frequente só ver as setas em cima da curva. Houve muitas travagens bruscas neste passeio composto maioritariamente por estradões e caminhos no meio dos eucaliptos e pinheiros as zona. Os gambuzinos deviam estar escondidos por detrás destes pois não vi nem um. Outro entrave ao passeio foram os vários troços de areia, se durante o dia já chateia à noite só se dava por isso quando andávamos aos SSS bem no meio da areia. Houve uma ou outra zona onde quase fiquei estendido. Houve ainda uma ou outra silva atrevida que só deu sinal depois de ficar agarrada ao equipamento, nada de grave.
Acabado o passeio, um belo banho de água bem fresquinha... a noite até estava quente, mas era coisa que dispensava. O frio espantou-se facilmente com o caldo verde quentinho que serviram acompanhado de um belo pão de milho também ele quentinho. Houve ainda lugar para um bom pão com chouriço praticamente acabado de sair do forno e uns fritos natalícios, fora de época, que souberam que nem gingas. Estômago aconchegado regresso a casa para um merecido descanso... sem gambuzinos :D
Fotos:
http://picasaweb.google.com/BttCampello/CacaAosGambuzinos2010#
http://www.flickr.com/photos/luismad/sets/72157624472390883/
24 Julho 2010 - Como costume, o Chaves desafiou-me para algo diferente e partimos para Campelos com a promessa de uma caçada nocturna aos Gambuzinos da zona... ao que parece são tímidos e ninguém conseguiu apanhar, nem ver, um que fosse...
Este foi o meu primeiro passeio nocturno, cerca de 20kms de pura aventura. Foi pena só terem durado uma hora e pouco, quando já estava a começar a começar a ver bem no escuro, acaba o passeio. Irão existir mais, e é algo que quero repetir.
O passeio começou pelo "lusco fusco" do fim do dia, mas cedo se fez noite... ou quase noite, pois quem estivesse perto do Chaves era como se fosse dia. Tinha com ele um autêntico candeeiro. Quem para ele olhasse ficava quase cego :D já para não falar da discoteca que tinha no "camelbak". Duas colunas ligadas ao telemóvel deram ritmo ao passeio e um ponto de referência para os mais distraídos saberem que caminho seguir... sempre atrás da música :D
Voltando ao passeio em si: as marcações eram compostas de setas verdes mas como a tinta não era fluorescente foi frequente só ver as setas em cima da curva. Houve muitas travagens bruscas neste passeio composto maioritariamente por estradões e caminhos no meio dos eucaliptos e pinheiros as zona. Os gambuzinos deviam estar escondidos por detrás destes pois não vi nem um. Outro entrave ao passeio foram os vários troços de areia, se durante o dia já chateia à noite só se dava por isso quando andávamos aos SSS bem no meio da areia. Houve uma ou outra zona onde quase fiquei estendido. Houve ainda uma ou outra silva atrevida que só deu sinal depois de ficar agarrada ao equipamento, nada de grave.
Acabado o passeio, um belo banho de água bem fresquinha... a noite até estava quente, mas era coisa que dispensava. O frio espantou-se facilmente com o caldo verde quentinho que serviram acompanhado de um belo pão de milho também ele quentinho. Houve ainda lugar para um bom pão com chouriço praticamente acabado de sair do forno e uns fritos natalícios, fora de época, que souberam que nem gingas. Estômago aconchegado regresso a casa para um merecido descanso... sem gambuzinos :D
Fotos:
http://picasaweb.google.com/BttCampello/CacaAosGambuzinos2010#
http://www.flickr.com/photos/luismad/sets/72157624472390883/
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8/26/2010 11:48:00 da manhã
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Ainda em Soltaria... Fim de tarde junto ao mar
Resolvi fazer o passeio mais pequeno para poder levar o meu filhote, pelos menos assim não fui obrigado a desistir como me aconteceu no Vale do Vouga. Nem este passeio tinha o pó que havia no Vouga, levantado por 1000 participantes, nem fazia o calor que fez no Vouga, nem eu rebentei todo ao meio do percurso, visto que a distância desta feita era bem mais pequena e tenho a desculpa de ir a acompanhar o filhote... hehe... não se fazem omeletes sem ovos né?
Foi, do meu ponto de vista uma excelente ideia fazer um passeio ao Sábado, ao final de tarde, em pleno Verão. Aproveita-se o final de tarde em que começa a ficar mais fresco; para quem trabalha de manhã é óptimo pois pode participar, e para quem tem filhos ou gosta de ir à praia ao Domingo tem assim uma hipótese de fazer as duas coisas e sem ficar dividido (como me acontece a mim todos os domingos) sem saber o que há-de escolher: Praia ou BTT.
O passeio como era pequeno, não era difícil, mas mesmo assim revelou-se bem engraçado e aprazível, pois quase todo ele foi feito do lado do mar. Carreiros e falésias junto ao mar, pessoas de todas as idades, muitos jovens e algumas crianças, algumas representantes também do sexo feminino, sempre bem vindas, entre elas uma colega da minha turma (ESAD.CR) que foi uma agradável surpresa encontrar por lá.
O nosso colega "baldas", partiu para o passeio (45 kms) apenas com uma hora de atraso... hehe... nem o vi partir nem o vi chegar.
Deixo algumas fotos e neste LINK podem ver mais fotos do passeio:
http://picasaweb.google.pt/104319333848160225733/3PasseioBTTSoltariaSemStressBTT#.




Foi, do meu ponto de vista uma excelente ideia fazer um passeio ao Sábado, ao final de tarde, em pleno Verão. Aproveita-se o final de tarde em que começa a ficar mais fresco; para quem trabalha de manhã é óptimo pois pode participar, e para quem tem filhos ou gosta de ir à praia ao Domingo tem assim uma hipótese de fazer as duas coisas e sem ficar dividido (como me acontece a mim todos os domingos) sem saber o que há-de escolher: Praia ou BTT.
O passeio como era pequeno, não era difícil, mas mesmo assim revelou-se bem engraçado e aprazível, pois quase todo ele foi feito do lado do mar. Carreiros e falésias junto ao mar, pessoas de todas as idades, muitos jovens e algumas crianças, algumas representantes também do sexo feminino, sempre bem vindas, entre elas uma colega da minha turma (ESAD.CR) que foi uma agradável surpresa encontrar por lá.
O nosso colega "baldas", partiu para o passeio (45 kms) apenas com uma hora de atraso... hehe... nem o vi partir nem o vi chegar.
Deixo algumas fotos e neste LINK podem ver mais fotos do passeio:
http://picasaweb.google.pt/104319333848160225733/3PasseioBTTSoltariaSemStressBTT#.




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8/26/2010 11:32:00 da manhã
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domingo, 22 de agosto de 2010
Soltaria - 10 de Julho
Relato: Cortesia do Sr. Baldeante
Estava eu a carregar a bike lá pelas 14.30 quando reparei que as rodinhas do desviador traseiro estavam partidas desde domingo passado, apanhei um valente empeno nesse dia em Vale do Vouga e não voltei a pegar na bike até ao dia deste belo passeio.
Dirigi-me a BikeZone das caldas para substituir as ditas rodas, sai de lá pelas 15.15 e vi logo que ia chegar em cima da hora.
Até Torres Vedras tudo bem o problema foi encontrar a N9. O raio da estrada não tem sinalização nenhuma andei meia hora à procura da dita estrada. Quando vi a única indicação com referência à N9 já estava eu na dita.
Cheguei ao secretariado pouco antes das 17h. Obviamente já não estava lá ninguém. O passeio começara às 16.00 horas. Andei um pouco desnorteado até que resolvi seguir atrás dos restantes participantes.
Depois de ter falado com dois membros da organização que me garantiram que não havia problema em seguir sem o dorsal. Também referiram que as marcações estariam lá. Este era o meu único problema. Assim foi, as marcações estavam lá, só tive receio de me perder e não ter o número que supostamente estava no dorsal que eu não tinha. Andei o mais rápido que podia até que pelo km 17 encontrei a moto quatro que fechava o percurso e que já levava um bom saco de marcações. Acho que não vale a pena referir mais nada sobre as marcações deste passeio, andei 17 km sem ver uma única pessoa da organização (supostamente eu não devia ter partido tão tarde, logo, era de esperar); falta de marcações, e mesmo assim não me perdi nunca... isto diz tudo sobre as marcações.
Uns metros à frente estavam os primeiros participantes que via desde o início. Acompanhei-os até ao reforço e segui. O reforço tinha uns biscoitos, água e fruta. Ao que parece melão fazia parte da ementa, eu não tinha fome e ainda tinha bastante água pelo que segui em frente. Não queria chegar demasiado tarde afinal comecei pelas 17h e contava acabar antes das 20h para chegar a casa ainda de dia, lol...
O passeio tinha umas belas vistas pelas arribas, houve uma ou outra subida mais puxada mas nada de especial, a única que me deu problemas foi uma das últimas, o sol estava a descer e batia mesmo nos olhos, não via nada! Tive de desmontar porque não via um palmo a frente do nariz tal era o brilho nos óculos.
Houve alguma areia, mas era de esperar afinal arribas e pinhais dão nisso mesmo. Sempre deu para descansar as pernas e matar a sede. Terminado o passeio fiz o que me competia e dirigi-me ao secretariado e levantei o dorsal. Este é o meu único dorsal que nunca foi preso à bike... lol.
Quem terminou este passeio tinha à sua espera uma mesa repleta de pão com chouriço/torresmos, àgua e os ditos biscoitos. Eu quando cheguei já não tinha grande coisa mas rapidamente a organização me indicou o forno e o padeiro estava mesmo a colocar o pão no forno. Fui tomar banho e depois foi só pedir um belo pão com chouriço acabado de sair do forno... impecável.
Estas pequenas localidades estão sempre a surpreender-me pela forma como recebem o pessoal.
Estava eu a carregar a bike lá pelas 14.30 quando reparei que as rodinhas do desviador traseiro estavam partidas desde domingo passado, apanhei um valente empeno nesse dia em Vale do Vouga e não voltei a pegar na bike até ao dia deste belo passeio.
Dirigi-me a BikeZone das caldas para substituir as ditas rodas, sai de lá pelas 15.15 e vi logo que ia chegar em cima da hora.
Até Torres Vedras tudo bem o problema foi encontrar a N9. O raio da estrada não tem sinalização nenhuma andei meia hora à procura da dita estrada. Quando vi a única indicação com referência à N9 já estava eu na dita.
Cheguei ao secretariado pouco antes das 17h. Obviamente já não estava lá ninguém. O passeio começara às 16.00 horas. Andei um pouco desnorteado até que resolvi seguir atrás dos restantes participantes.
Depois de ter falado com dois membros da organização que me garantiram que não havia problema em seguir sem o dorsal. Também referiram que as marcações estariam lá. Este era o meu único problema. Assim foi, as marcações estavam lá, só tive receio de me perder e não ter o número que supostamente estava no dorsal que eu não tinha. Andei o mais rápido que podia até que pelo km 17 encontrei a moto quatro que fechava o percurso e que já levava um bom saco de marcações. Acho que não vale a pena referir mais nada sobre as marcações deste passeio, andei 17 km sem ver uma única pessoa da organização (supostamente eu não devia ter partido tão tarde, logo, era de esperar); falta de marcações, e mesmo assim não me perdi nunca... isto diz tudo sobre as marcações.
Uns metros à frente estavam os primeiros participantes que via desde o início. Acompanhei-os até ao reforço e segui. O reforço tinha uns biscoitos, água e fruta. Ao que parece melão fazia parte da ementa, eu não tinha fome e ainda tinha bastante água pelo que segui em frente. Não queria chegar demasiado tarde afinal comecei pelas 17h e contava acabar antes das 20h para chegar a casa ainda de dia, lol...
O passeio tinha umas belas vistas pelas arribas, houve uma ou outra subida mais puxada mas nada de especial, a única que me deu problemas foi uma das últimas, o sol estava a descer e batia mesmo nos olhos, não via nada! Tive de desmontar porque não via um palmo a frente do nariz tal era o brilho nos óculos.
Houve alguma areia, mas era de esperar afinal arribas e pinhais dão nisso mesmo. Sempre deu para descansar as pernas e matar a sede. Terminado o passeio fiz o que me competia e dirigi-me ao secretariado e levantei o dorsal. Este é o meu único dorsal que nunca foi preso à bike... lol.
Quem terminou este passeio tinha à sua espera uma mesa repleta de pão com chouriço/torresmos, àgua e os ditos biscoitos. Eu quando cheguei já não tinha grande coisa mas rapidamente a organização me indicou o forno e o padeiro estava mesmo a colocar o pão no forno. Fui tomar banho e depois foi só pedir um belo pão com chouriço acabado de sair do forno... impecável.
Estas pequenas localidades estão sempre a surpreender-me pela forma como recebem o pessoal.
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quarta-feira, 18 de agosto de 2010
Vale do VOUGA - Águeda
Relato: Cortesia do Sr. Baldeante
Excelente maratona... Organização, percurso, marcações, paisagem, simpatia de todo o staff, almoço e banhos, impecável!
À partida já estavam cerca de 28 graus... ia ser um passeio quente. Eu fui a Vale do Vouga porque até gosto de subir, e assim inscrevi-me na maratona... chamem-me doido mas cada um tem a sua pancada. Não esperava que fosse fácil mas também não esperava temperaturas tão altas.
A subida até ao primeiro abastecimento foi longa mas acessível houve bastante sombra na subida o que facilitou a mesma. No primeiro abastecimento houve água com fartura, pelo menos quando eu cheguei havia. De realçar que estava fresca.
O problema começou na segunda subida, a caminho do segundo abastecimento, a temperatura aumentou e muito. Algumas zonas, 40 graus, e a água não chegou. Ou melhor, chegou mas apenas com a ajuda dos populares. Entre o primeiro e o segundo abastecimento recebi água de uma mangueira e de um senhor que estava numa fonte "armado" com duas garrafas de litro e meio e um copo para dar ao pessoal. Tirando estes dois populares houve uma pessoa da organização na última parte da subida a dar água. Esperava mais com esta temperatura.
Eu e muitos outros colegas refrescámo-nos num "bidon" que estava bem perto do caminho. A água não era potável mas deu para molhar pés, cabeça e o resto do corpo. Naquela maldita subida o problema não foi a inclinação nem tão pouco o piso foi o calor. Eu e possivelmente todos os outros colegas que encontrei deitados de toda e qualquer forma, em qualquer sombra, nessa subida... estavamos a ferver... não fosse o tal "bidon", tinha-mos derretido... literalmente!
Mas o passeio não foi só composto de subidas. Depois das subidas vinham as descidas repletas de um misto de single-tracks e estradões. Geralmente até sabem bem, mas neste dia fatídico algumas das descidas tornaram-se penosas. Mesmo em grande velocidade, o ar era quente e acreditem, houve descidas mesmo muito rápidas que parecia queimar tanto os olhos como o sol queimava o resto do corpo.
Alguns reparos:
Devia ter havido mais uns quilómetros de estrada ou estradões para partir o pelotão, as primeiras subidas foram uma tortura não valia a pena tentar montar a bike com tanta gente, mesmo olhando para as subidas e estas não terem nada de especial não havia onde passar sem atropelar alguém.
A tão falada água. Eu sabia que ia estar calor, levei dois bidons e contava com os abastecimentos para os repor mas quando cheguei á divisão, poucos quilómetros antes do primeiro reforço, já não havia água e não achei piada. O reforço estava próximo e era perfeitamente possível gerir a água por um determinado número de quilómetros só foi pena os reforços que não estavam no local anunciado e assim é difícil gerir a água.
Primeiro abastecimento anunciado ao km 23, era mais ao 27/28.
Segundo abastecimento anunciado ao km 43, era mais ao 51/52.
Escapou o último abastecimento que estava anunciado ao km 68 e que se não me engano era perto do 61 ou era 71, não tenho bem a certeza, mas em qualquer dos casos o percurso já não tinha tantas subidas o que facilitou a gestão da água do segundo abastecimento até este último, já para não falar no aumento das sombras.
Resumindo, tirando o problema da água, que afectou toda a gente foi um belo passeio, gostei dos trilhos só foi mesmo pena o calor abrasador que se fez sentir.
Fotos:
http://www.maratonavaledovouga.com/maratona/index.php?option=com_content&view=article&id=64&Itemid=73
Excelente maratona... Organização, percurso, marcações, paisagem, simpatia de todo o staff, almoço e banhos, impecável!
À partida já estavam cerca de 28 graus... ia ser um passeio quente. Eu fui a Vale do Vouga porque até gosto de subir, e assim inscrevi-me na maratona... chamem-me doido mas cada um tem a sua pancada. Não esperava que fosse fácil mas também não esperava temperaturas tão altas.
A subida até ao primeiro abastecimento foi longa mas acessível houve bastante sombra na subida o que facilitou a mesma. No primeiro abastecimento houve água com fartura, pelo menos quando eu cheguei havia. De realçar que estava fresca.
O problema começou na segunda subida, a caminho do segundo abastecimento, a temperatura aumentou e muito. Algumas zonas, 40 graus, e a água não chegou. Ou melhor, chegou mas apenas com a ajuda dos populares. Entre o primeiro e o segundo abastecimento recebi água de uma mangueira e de um senhor que estava numa fonte "armado" com duas garrafas de litro e meio e um copo para dar ao pessoal. Tirando estes dois populares houve uma pessoa da organização na última parte da subida a dar água. Esperava mais com esta temperatura.
Eu e muitos outros colegas refrescámo-nos num "bidon" que estava bem perto do caminho. A água não era potável mas deu para molhar pés, cabeça e o resto do corpo. Naquela maldita subida o problema não foi a inclinação nem tão pouco o piso foi o calor. Eu e possivelmente todos os outros colegas que encontrei deitados de toda e qualquer forma, em qualquer sombra, nessa subida... estavamos a ferver... não fosse o tal "bidon", tinha-mos derretido... literalmente!
Mas o passeio não foi só composto de subidas. Depois das subidas vinham as descidas repletas de um misto de single-tracks e estradões. Geralmente até sabem bem, mas neste dia fatídico algumas das descidas tornaram-se penosas. Mesmo em grande velocidade, o ar era quente e acreditem, houve descidas mesmo muito rápidas que parecia queimar tanto os olhos como o sol queimava o resto do corpo.
Alguns reparos:
Devia ter havido mais uns quilómetros de estrada ou estradões para partir o pelotão, as primeiras subidas foram uma tortura não valia a pena tentar montar a bike com tanta gente, mesmo olhando para as subidas e estas não terem nada de especial não havia onde passar sem atropelar alguém.
A tão falada água. Eu sabia que ia estar calor, levei dois bidons e contava com os abastecimentos para os repor mas quando cheguei á divisão, poucos quilómetros antes do primeiro reforço, já não havia água e não achei piada. O reforço estava próximo e era perfeitamente possível gerir a água por um determinado número de quilómetros só foi pena os reforços que não estavam no local anunciado e assim é difícil gerir a água.
Primeiro abastecimento anunciado ao km 23, era mais ao 27/28.
Segundo abastecimento anunciado ao km 43, era mais ao 51/52.
Escapou o último abastecimento que estava anunciado ao km 68 e que se não me engano era perto do 61 ou era 71, não tenho bem a certeza, mas em qualquer dos casos o percurso já não tinha tantas subidas o que facilitou a gestão da água do segundo abastecimento até este último, já para não falar no aumento das sombras.
Resumindo, tirando o problema da água, que afectou toda a gente foi um belo passeio, gostei dos trilhos só foi mesmo pena o calor abrasador que se fez sentir.
Fotos:
http://www.maratonavaledovouga.com/maratona/index.php?option=com_content&view=article&id=64&Itemid=73
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kaska
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8/18/2010 10:27:00 da manhã
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terça-feira, 6 de julho de 2010
A bonita Serra d'El-Rei
Relato: Cortesia do Sr. Baldeante
Serra d'El-Rei... eu esperava muita areia... houve alguma mas nada de grave. Já vi bem pior. Algumas subidas, mas todas acessíveis. Alguns single-tracks espectaculares e muitos estradões.
Este evento teve dois problemas: o primeiro foi quando um engraçadinho resolveu tirar as fitas lá pelo Baleal. O que nos salvou foi mesmo estarem dois ciclistas que nos indicaram o caminho; o segundo foi o facto de estar a estrear os meus manípulos Dual Shift e ter posto a Talega nas subidas vezes sem conta... lol...
Ora, este foi um passeio mesmo bom para testar os ditos manípulos visto que era bem acessível com 1000 mts. de acumulado, as subidas quase nem se notaram... quer isto dizer que os problemas do passeio nada tiveram a ver com a organização, que por sinal fizeram deste passeio um exemplo a seguir por muitas outras organizações que por ai há.
Até à separação dos 30/60 acompanhei um colega aqui do rioMAIOR BTTeam depois disso só vi pessoal no segundo abastecimento. Estava lá um colega de trabalho que resolvi acompanhar ate ao fim dos 60 kms. Sempre fui mais devagar fazendo melhor uso dos novos manípulos. Algo bem necessário para o passeio da próxima semana em Vale do Vouga/Águeda... esse sim, será bem mais exigente.
Terminado o passeio lá fomos ao almoço. Uma bela carne "à portuguesa" e uma excelente sopa de caldo verde. Estava mesmo no ponto. Tapado o almoço com um cafezito lá regressamos a casa com a sensação de dever comprido.
Bom Passeio. Valeu!
Serra d'El-Rei... eu esperava muita areia... houve alguma mas nada de grave. Já vi bem pior. Algumas subidas, mas todas acessíveis. Alguns single-tracks espectaculares e muitos estradões.
Este evento teve dois problemas: o primeiro foi quando um engraçadinho resolveu tirar as fitas lá pelo Baleal. O que nos salvou foi mesmo estarem dois ciclistas que nos indicaram o caminho; o segundo foi o facto de estar a estrear os meus manípulos Dual Shift e ter posto a Talega nas subidas vezes sem conta... lol...
Ora, este foi um passeio mesmo bom para testar os ditos manípulos visto que era bem acessível com 1000 mts. de acumulado, as subidas quase nem se notaram... quer isto dizer que os problemas do passeio nada tiveram a ver com a organização, que por sinal fizeram deste passeio um exemplo a seguir por muitas outras organizações que por ai há.
Até à separação dos 30/60 acompanhei um colega aqui do rioMAIOR BTTeam depois disso só vi pessoal no segundo abastecimento. Estava lá um colega de trabalho que resolvi acompanhar ate ao fim dos 60 kms. Sempre fui mais devagar fazendo melhor uso dos novos manípulos. Algo bem necessário para o passeio da próxima semana em Vale do Vouga/Águeda... esse sim, será bem mais exigente.
Terminado o passeio lá fomos ao almoço. Uma bela carne "à portuguesa" e uma excelente sopa de caldo verde. Estava mesmo no ponto. Tapado o almoço com um cafezito lá regressamos a casa com a sensação de dever comprido.
Bom Passeio. Valeu!
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kaska
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7/06/2010 01:36:00 da tarde
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Minde
Relato: Cortesia do Sr. Baldeante
O dia começou bem, o expresso Chaves foi impecável chega sempre ao destino... primeiro e único percalço: O Chaves esqueceu-se do camelbak. Arranjou-se um bidon emprestado de um elemento da organização e resolveu-se o problema. Bem... mais ou menos... o camelbak sempre tinha mais água e bem que ela ia ser precisa.
Ora vamos lá a ver... neste raid não se pode apontar nada em falta, só mesmo o excesso de pedra, mas estávamos na zona dela. Acho que, dela, não havia como fugir. Era a subir, era a descer, era só pedra para todos os gostos e feitios. Acho que já entrei na serra dos candeeiros por tudo quanto é lado, e cada vez que lá vou há mais pedra. Um dia destes ainda temos de começar a trazer alguma para casa, talvez assim o empeno seja menor.
O percurso esteve duro. Calor e pedra com fartura, mas estava no mínimo espectacular. Alguns daqueles single-tracks até deixavam água na boca. Abastecimentos no sítio certo, a mim pelo menos nunca me faltou a água. Organização, banhos, almoço e logística fenomenal... não faltou nada. Pró ano quem sabe... a pedra ainda lá vai estar, e possivelmente também eu.
O dia começou bem, o expresso Chaves foi impecável chega sempre ao destino... primeiro e único percalço: O Chaves esqueceu-se do camelbak. Arranjou-se um bidon emprestado de um elemento da organização e resolveu-se o problema. Bem... mais ou menos... o camelbak sempre tinha mais água e bem que ela ia ser precisa.
Ora vamos lá a ver... neste raid não se pode apontar nada em falta, só mesmo o excesso de pedra, mas estávamos na zona dela. Acho que, dela, não havia como fugir. Era a subir, era a descer, era só pedra para todos os gostos e feitios. Acho que já entrei na serra dos candeeiros por tudo quanto é lado, e cada vez que lá vou há mais pedra. Um dia destes ainda temos de começar a trazer alguma para casa, talvez assim o empeno seja menor.
O percurso esteve duro. Calor e pedra com fartura, mas estava no mínimo espectacular. Alguns daqueles single-tracks até deixavam água na boca. Abastecimentos no sítio certo, a mim pelo menos nunca me faltou a água. Organização, banhos, almoço e logística fenomenal... não faltou nada. Pró ano quem sabe... a pedra ainda lá vai estar, e possivelmente também eu.
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kaska
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7/06/2010 01:29:00 da tarde
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