sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Rota dos Avieiros - Vale Figueira

Relato: Cortesia do Sr. Baldeante

7 de Agosto: Ora vamos lá a ver... eu esperava um passeio simples, pouco técnico, largo conjunto de estradões e algum calor... Enganei-me.

Às 9h já estavam mais de 25 graus, estradões mesmo estradões só lá para a segunda metade do passeio.
Os primeiros quilómetros foram em alcatrão logo atrás da moto 4, mas assim que entramos na terra logo no fim da primeira descida fui brindado com um estradão repleto de cascalho, e não era um cascalho qualquer, parece que tinham andado a reparar boa parte dos caminhos rurais das chuvas do Inverno e utilizaram cascalho do caminho de ferro... as pedras saltavam por todo o lado e a bike parecia uma cabra nos primeiros metros... só vi o cascalho quando era tarde de mais... solução? agarrar a cabra pelos cornos e rezar para que não espetasse comigo no chão.

Mas houve mais surpresas, os primeiros 15 quilómetros pareciam um carrossel, era um constante sobe e desce com uma ou outra recta pelo meio, as subidas não eram lá muito grandes ou inclinadas mas havia alguma areia e seixos escondidos entre a erva.
Alguns sítios mais pareciam uma praia, nunca pensei que houvessem tantos seixos àquela distância do mar, parece que o rio Tejo teve alguma influência no assunto.
Houveram ainda algumas mudanças de direcção que estavam assinaladas muito em cima provocando travagens bruscas.
Mas nem todas as surpresas dificultaram o passeio depois de subir não há nada melhor que descer, e neste passeio à falta de single-tracks naturais o pessoal da organização construiu vários pelo meio dos sobreiros onde a sombra era mais fresca.
Nós agradecemos, e diga-se de passagem, ligar uns quantos sobreiros com umas fitas para nos guiar pelo monte abaixo aos SSS contornando sobreiros sem marrar com nenhum, foi um desafio muito bem vindo.

A organização foi impecável, não faltou nada. Havia um melão fresquinho no reforço que estava um mimo. Dois reforços líquidos, e um liquido e sólido, tudo isto num passeio de 30 e poucos quilómetros... basicamente, era àgua de 10 em 10 quilómetros... portanto: sede não passamos.

E para terminar, almoço ao ar livre debaixo de uma bela sombra com um porco no espeto que estava de comer e chorar por mais. Não se pode pedir mais nada.

FOTOS:
http://picasaweb.google.pt/btt.cicloturismo.alvitejo/4PasseioRotaDosAvieiros2Edicao#5506695833665737698

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Nocturno "Caça aos Gambuzinos"

Relato: Cortesia do Sr. Baldeante

24 Julho 2010 - Como costume, o Chaves desafiou-me para algo diferente e partimos para Campelos com a promessa de uma caçada nocturna aos Gambuzinos da zona... ao que parece são tímidos e ninguém conseguiu apanhar, nem ver, um que fosse...

Este foi o meu primeiro passeio nocturno, cerca de 20kms de pura aventura. Foi pena só terem durado uma hora e pouco, quando já estava a começar a começar a ver bem no escuro, acaba o passeio. Irão existir mais, e é algo que quero repetir.

O passeio começou pelo "lusco fusco" do fim do dia, mas cedo se fez noite... ou quase noite, pois quem estivesse perto do Chaves era como se fosse dia. Tinha com ele um autêntico candeeiro. Quem para ele olhasse ficava quase cego :D já para não falar da discoteca que tinha no "camelbak". Duas colunas ligadas ao telemóvel deram ritmo ao passeio e um ponto de referência para os mais distraídos saberem que caminho seguir... sempre atrás da música :D

Voltando ao passeio em si: as marcações eram compostas de setas verdes mas como a tinta não era fluorescente foi frequente só ver as setas em cima da curva. Houve muitas travagens bruscas neste passeio composto maioritariamente por estradões e caminhos no meio dos eucaliptos e pinheiros as zona. Os gambuzinos deviam estar escondidos por detrás destes pois não vi nem um. Outro entrave ao passeio foram os vários troços de areia, se durante o dia já chateia à noite só se dava por isso quando andávamos aos SSS bem no meio da areia. Houve uma ou outra zona onde quase fiquei estendido. Houve ainda uma ou outra silva atrevida que só deu sinal depois de ficar agarrada ao equipamento, nada de grave.

Acabado o passeio, um belo banho de água bem fresquinha... a noite até estava quente, mas era coisa que dispensava. O frio espantou-se facilmente com o caldo verde quentinho que serviram acompanhado de um belo pão de milho também ele quentinho. Houve ainda lugar para um bom pão com chouriço praticamente acabado de sair do forno e uns fritos natalícios, fora de época, que souberam que nem gingas. Estômago aconchegado regresso a casa para um merecido descanso... sem gambuzinos :D

Fotos:
http://picasaweb.google.com/BttCampello/CacaAosGambuzinos2010#

http://www.flickr.com/photos/luismad/sets/72157624472390883/

Ainda em Soltaria... Fim de tarde junto ao mar

Resolvi fazer o passeio mais pequeno para poder levar o meu filhote, pelos menos assim não fui obrigado a desistir como me aconteceu no Vale do Vouga. Nem este passeio tinha o pó que havia no Vouga, levantado por 1000 participantes, nem fazia o calor que fez no Vouga, nem eu rebentei todo ao meio do percurso, visto que a distância desta feita era bem mais pequena e tenho a desculpa de ir a acompanhar o filhote... hehe... não se fazem omeletes sem ovos né?

Foi, do meu ponto de vista uma excelente ideia fazer um passeio ao Sábado, ao final de tarde, em pleno Verão. Aproveita-se o final de tarde em que começa a ficar mais fresco; para quem trabalha de manhã é óptimo pois pode participar, e para quem tem filhos ou gosta de ir à praia ao Domingo tem assim uma hipótese de fazer as duas coisas e sem ficar dividido (como me acontece a mim todos os domingos) sem saber o que há-de escolher: Praia ou BTT.

O passeio como era pequeno, não era difícil, mas mesmo assim revelou-se bem engraçado e aprazível, pois quase todo ele foi feito do lado do mar. Carreiros e falésias junto ao mar, pessoas de todas as idades, muitos jovens e algumas crianças, algumas representantes também do sexo feminino, sempre bem vindas, entre elas uma colega da minha turma (ESAD.CR) que foi uma agradável surpresa encontrar por lá.

O nosso colega "baldas", partiu para o passeio (45 kms) apenas com uma hora de atraso... hehe... nem o vi partir nem o vi chegar.

Deixo algumas fotos e neste LINK podem ver mais fotos do passeio:
http://picasaweb.google.pt/104319333848160225733/3PasseioBTTSoltariaSemStressBTT#.





domingo, 22 de agosto de 2010

Soltaria - 10 de Julho

Relato: Cortesia do Sr. Baldeante

Estava eu a carregar a bike lá pelas 14.30 quando reparei que as rodinhas do desviador traseiro estavam partidas desde domingo passado, apanhei um valente empeno nesse dia em Vale do Vouga e não voltei a pegar na bike até ao dia deste belo passeio.

Dirigi-me a BikeZone das caldas para substituir as ditas rodas, sai de lá pelas 15.15 e vi logo que ia chegar em cima da hora.

Até Torres Vedras tudo bem o problema foi encontrar a N9. O raio da estrada não tem sinalização nenhuma andei meia hora à procura da dita estrada. Quando vi a única indicação com referência à N9 já estava eu na dita.

Cheguei ao secretariado pouco antes das 17h. Obviamente já não estava lá ninguém. O passeio começara às 16.00 horas. Andei um pouco desnorteado até que resolvi seguir atrás dos restantes participantes.

Depois de ter falado com dois membros da organização que me garantiram que não havia problema em seguir sem o dorsal. Também referiram que as marcações estariam lá. Este era o meu único problema. Assim foi, as marcações estavam lá, só tive receio de me perder e não ter o número que supostamente estava no dorsal que eu não tinha. Andei o mais rápido que podia até que pelo km 17 encontrei a moto quatro que fechava o percurso e que já levava um bom saco de marcações. Acho que não vale a pena referir mais nada sobre as marcações deste passeio, andei 17 km sem ver uma única pessoa da organização (supostamente eu não devia ter partido tão tarde, logo, era de esperar); falta de marcações, e mesmo assim não me perdi nunca... isto diz tudo sobre as marcações.

Uns metros à frente estavam os primeiros participantes que via desde o início. Acompanhei-os até ao reforço e segui. O reforço tinha uns biscoitos, água e fruta. Ao que parece melão fazia parte da ementa, eu não tinha fome e ainda tinha bastante água pelo que segui em frente. Não queria chegar demasiado tarde afinal comecei pelas 17h e contava acabar antes das 20h para chegar a casa ainda de dia, lol...

O passeio tinha umas belas vistas pelas arribas, houve uma ou outra subida mais puxada mas nada de especial, a única que me deu problemas foi uma das últimas, o sol estava a descer e batia mesmo nos olhos, não via nada! Tive de desmontar porque não via um palmo a frente do nariz tal era o brilho nos óculos.

Houve alguma areia, mas era de esperar afinal arribas e pinhais dão nisso mesmo. Sempre deu para descansar as pernas e matar a sede. Terminado o passeio fiz o que me competia e dirigi-me ao secretariado e levantei o dorsal. Este é o meu único dorsal que nunca foi preso à bike... lol.

Quem terminou este passeio tinha à sua espera uma mesa repleta de pão com chouriço/torresmos, àgua e os ditos biscoitos. Eu quando cheguei já não tinha grande coisa mas rapidamente a organização me indicou o forno e o padeiro estava mesmo a colocar o pão no forno. Fui tomar banho e depois foi só pedir um belo pão com chouriço acabado de sair do forno... impecável.

Estas pequenas localidades estão sempre a surpreender-me pela forma como recebem o pessoal.

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Vale do VOUGA - Águeda

Relato: Cortesia do Sr. Baldeante

Excelente maratona... Organização, percurso, marcações, paisagem, simpatia de todo o staff, almoço e banhos, impecável!

À partida já estavam cerca de 28 graus... ia ser um passeio quente. Eu fui a Vale do Vouga porque até gosto de subir, e assim inscrevi-me na maratona... chamem-me doido mas cada um tem a sua pancada. Não esperava que fosse fácil mas também não esperava temperaturas tão altas.

A subida até ao primeiro abastecimento foi longa mas acessível houve bastante sombra na subida o que facilitou a mesma. No primeiro abastecimento houve água com fartura, pelo menos quando eu cheguei havia. De realçar que estava fresca.

O problema começou na segunda subida, a caminho do segundo abastecimento, a temperatura aumentou e muito. Algumas zonas, 40 graus, e a água não chegou. Ou melhor, chegou mas apenas com a ajuda dos populares. Entre o primeiro e o segundo abastecimento recebi água de uma mangueira e de um senhor que estava numa fonte "armado" com duas garrafas de litro e meio e um copo para dar ao pessoal. Tirando estes dois populares houve uma pessoa da organização na última parte da subida a dar água. Esperava mais com esta temperatura.

Eu e muitos outros colegas refrescámo-nos num "bidon" que estava bem perto do caminho. A água não era potável mas deu para molhar pés, cabeça e o resto do corpo. Naquela maldita subida o problema não foi a inclinação nem tão pouco o piso foi o calor. Eu e possivelmente todos os outros colegas que encontrei deitados de toda e qualquer forma, em qualquer sombra, nessa subida... estavamos a ferver... não fosse o tal "bidon", tinha-mos derretido... literalmente!

Mas o passeio não foi só composto de subidas. Depois das subidas vinham as descidas repletas de um misto de single-tracks e estradões. Geralmente até sabem bem, mas neste dia fatídico algumas das descidas tornaram-se penosas. Mesmo em grande velocidade, o ar era quente e acreditem, houve descidas mesmo muito rápidas que parecia queimar tanto os olhos como o sol queimava o resto do corpo.

Alguns reparos:

Devia ter havido mais uns quilómetros de estrada ou estradões para partir o pelotão, as primeiras subidas foram uma tortura não valia a pena tentar montar a bike com tanta gente, mesmo olhando para as subidas e estas não terem nada de especial não havia onde passar sem atropelar alguém.

A tão falada água. Eu sabia que ia estar calor, levei dois bidons e contava com os abastecimentos para os repor mas quando cheguei á divisão, poucos quilómetros antes do primeiro reforço, já não havia água e não achei piada. O reforço estava próximo e era perfeitamente possível gerir a água por um determinado número de quilómetros só foi pena os reforços que não estavam no local anunciado e assim é difícil gerir a água.

Primeiro abastecimento anunciado ao km 23, era mais ao 27/28.

Segundo abastecimento anunciado ao km 43, era mais ao 51/52.

Escapou o último abastecimento que estava anunciado ao km 68 e que se não me engano era perto do 61 ou era 71, não tenho bem a certeza, mas em qualquer dos casos o percurso já não tinha tantas subidas o que facilitou a gestão da água do segundo abastecimento até este último, já para não falar no aumento das sombras.

Resumindo, tirando o problema da água, que afectou toda a gente foi um belo passeio, gostei dos trilhos só foi mesmo pena o calor abrasador que se fez sentir.

Fotos:
http://www.maratonavaledovouga.com/maratona/index.php?option=com_content&view=article&id=64&Itemid=73

terça-feira, 6 de julho de 2010

A bonita Serra d'El-Rei

Relato: Cortesia do Sr. Baldeante

Serra d'El-Rei... eu esperava muita areia... houve alguma mas nada de grave. Já vi bem pior. Algumas subidas, mas todas acessíveis. Alguns single-tracks espectaculares e muitos estradões.

Este evento teve dois problemas: o primeiro foi quando um engraçadinho resolveu tirar as fitas lá pelo Baleal. O que nos salvou foi mesmo estarem dois ciclistas que nos indicaram o caminho; o segundo foi o facto de estar a estrear os meus manípulos Dual Shift e ter posto a Talega nas subidas vezes sem conta... lol...
Ora, este foi um passeio mesmo bom para testar os ditos manípulos visto que era bem acessível com 1000 mts. de acumulado, as subidas quase nem se notaram... quer isto dizer que os problemas do passeio nada tiveram a ver com a organização, que por sinal fizeram deste passeio um exemplo a seguir por muitas outras organizações que por ai há.

Até à separação dos 30/60 acompanhei um colega aqui do rioMAIOR BTTeam depois disso só vi pessoal no segundo abastecimento. Estava lá um colega de trabalho que resolvi acompanhar ate ao fim dos 60 kms. Sempre fui mais devagar fazendo melhor uso dos novos manípulos. Algo bem necessário para o passeio da próxima semana em Vale do Vouga/Águeda... esse sim, será bem mais exigente.

Terminado o passeio lá fomos ao almoço. Uma bela carne "à portuguesa" e uma excelente sopa de caldo verde. Estava mesmo no ponto. Tapado o almoço com um cafezito lá regressamos a casa com a sensação de dever comprido.

Bom Passeio. Valeu!

Minde

Relato: Cortesia do Sr. Baldeante

O dia começou bem, o expresso Chaves foi impecável chega sempre ao destino... primeiro e único percalço: O Chaves esqueceu-se do camelbak. Arranjou-se um bidon emprestado de um elemento da organização e resolveu-se o problema. Bem... mais ou menos... o camelbak sempre tinha mais água e bem que ela ia ser precisa.

Ora vamos lá a ver... neste raid não se pode apontar nada em falta, só mesmo o excesso de pedra, mas estávamos na zona dela. Acho que, dela, não havia como fugir. Era a subir, era a descer, era só pedra para todos os gostos e feitios. Acho que já entrei na serra dos candeeiros por tudo quanto é lado, e cada vez que lá vou há mais pedra. Um dia destes ainda temos de começar a trazer alguma para casa, talvez assim o empeno seja menor.

O percurso esteve duro. Calor e pedra com fartura, mas estava no mínimo espectacular. Alguns daqueles single-tracks até deixavam água na boca. Abastecimentos no sítio certo, a mim pelo menos nunca me faltou a água. Organização, banhos, almoço e logística fenomenal... não faltou nada. Pró ano quem sabe... a pedra ainda lá vai estar, e possivelmente também eu.

terça-feira, 29 de junho de 2010

Reinaldes by Baldeante

Relato: Cortesia do Sr. Baldeante

Este foi mais um passeio digno do nome “passeio”, pouco técnico, algumas subidas e muitos estradões. Bem acessível, só foi pena a chuva ter estragado os últimos quilómetros, desde que cheguei ao caminho que levava à barragem da Atouguia da Baleia até a saída para alcatrão que nos levava de volta a Reinaldes esteve sempre a chover.
Nada de grave, chuva fininha, mas suficiente para transformar os estradões que contornavam a barragem num misto de clicável e enlameado. Nada de grave porque pelo menos a lama não colava aos pneus as poças eram facilmente atravessadas.

Houve um passeio para os mais jovens com apenas 10 quilómetros. O reforço foi feito ao quilómetro 5 tendo estes primeiros quilómetros sido guiados e comuns a ambos os passeios. Excelente para as crianças, mas, menos excelente para os restantes participantes. Como o tempo até estava fresco fez-se bem. A água do cantil chegou e sobrou.

A sinalização estava excelente, só houve uma ou outra marca que começou a desaparecer com a chuva isto porque parte das marcações foram feitas com giz. O que salvou a situação foi que, em quase todo o local mais duvidoso, estava uma placa com indicação de mudança de direcção.
Os banhos foram improvisados mas muito higiénicos e com água bem quente, afinal de contas havia um esquentador a 1 ou 2 metros dos dois únicos chuveiros, eheh.
Roubando as palavras de um outro participante “Já tive balneários bem melhores mas com água bem pior!” quer isto dizer que as instalações apesar de modestas tinham água com fartura e bem quente.
Depois do banho só faltava o almoço. Impecável também. Três tachos, massa, arroz e grelhada mista, tudo à vontade do freguês. Bebidas, era só pedir! A salada já tinha acabado mas mal começamos a comer fomos presenteados com uma grande tigela bem no meio da mesa. Espectáculo! Não faltou nada! E tudo isto numa mesa de café debaixo de um chapéu-de-sol ao ar livre!

Venham mais passeios como este!

sábado, 12 de junho de 2010

1.º Pêra Rocha Bombarral

Relato: Cortesia do Sr. Baldeante

Ora cá está um passeio digno do nome “Passeio”, pouco técnico, poucas subidas e muitos estradões. Só foi pena alguns dos trilhos terem areia mais lembrando uma qualquer praia, não foram muitos.. uns dois ou três... mas longos e chatos na minha opinião... mas sou só eu que não gosto de areia.

Organização impecável desde o levantamento dos dorsais, aos abastecimentos, postos de controlo e cruzamentos. As marcações estavam impecáveis.

Gostaria de ressalvar aqui a boa vontade do jovem da organização que estava a receber as senhas de almoço, perdi a minha não sei bem como, dei o número de dorsal para confirmarem e pude almoçar sem qualquer problema, aquela carne estava mesmo boa e as sobremesas à descrição... um sonho.

Faltou lá o Sr. Kaska para aterrorizar o arroz doce, lol... vejam lá o que ele perdeu arroz doce, mousse, gelatina, um bolo de chocolate e outro de doce de ovos e côco que estavam uma delícia e volto a lembrar: era à descrição.

Grande passeio!

1.º Open do Cartaxo

Relato: Cortesia do Sr. Baldeante

30 de Maio - 1º Open BTT do Cartaxo e como tinha de ser lá estava em representação do rioMAIORBTTeam eu, o Hugo e Pedro para os 65km, o Filipe e o Sr. Kaska para os 40km.

O dia começou bem, o secretariado foi fácil de encontrar, o levantamento dos dorsais exemplar.

Faltou o controle Zero algo que não era suposto acontecer mas tudo bem. Lá nos fizémos ao percurso, este começou em alcatrão mas rápido passamos a terra. O passeio foi composto maioritariamente por estradões e algum alcatrão pelo meio mas pouco. Tinha quase tanta pedra como alcatrão ou seja pouca mas presente, houve ainda algumas ameaças de single-tracks pois quase pareciam crescer para o regular estradão deste passeio, ninguém se pode queixar que não conseguia passar. Algumas das paisagens fizeram-me lembrar Idanha-a-Nova com aqueles campos coloridos de flores primaveris.

Houve alguns pontos do passeio que me ficaram na memória, gravados pela negativa. A subida depois da separação não era de todo ciclável, desta forma era algo a evitar afinal e contas nenhum de nós se inscreveu para fazer escalada. A poça de água, diga-se ribeiro, com cerca de 2, 3 metros de comprimento e uns 20 a 30 centímetros de profundidade com pedra solta no fundo, intransponível sem molhar os pés na minha humilde opinião. Pelo menos eu fiquei quase de lado logo no primeiro metro por pouco não soltava os sapatos a tempo e tomava banho. Sou o primeiro a assumir que soube bem refrescar os pés com o calor que estava mas depois de alguns minutos andamos com os pés transpirados numa sopa quente que não faz nada bem, nem tão pouco é confortável.

A parte mais grave na minha opinião deste passeio foram mesmo as marcações. Por várias vezes alguém gritou "não é por ai" e eu lá travei e voltei para trás. Ou eu gritei a alguém a mesma coisa.
Certo é que eu e outro colega ao quilómetro 58 dé-mos por nós às voltas após telefonarmos à organização e optamos por fazer o resto do percurso pela estrada algo que nos deixou bastante insatisfeitos. Afinal de contas estavamos já no fim quando nos perdemos, no percurso de volta pela estrada vimos muitas garrafas de água pelo que houve muita gente a cometer o mesmo erro no mesmo sítio, ou a atalhar, sabe-se lá...

Depois deste balde de água fria soube bem o banho quente e o almoço para o qual tivemos de esperar uns largos minutos tal era a fila. A espera compensou. O porco estava muito bom. Para o ano se colmatarem o problema das fitas lá estarei.

quinta-feira, 27 de maio de 2010

14.º Alqueidão da Serra

Relato: Cortesia do Sr. Adriano Agostinho

O dia começou cerca das 6H15 ainda o sol dormia.
As 7h00 chego a Rio Maior onde me encontro com o kaska, carregamos as bikes e fizemo-nos à estrada sempre ao som dos Metallica para acordar.
Por volta das 7h50 chegamos a Alqueidão, fomos os primeiros a levantar os dorsais, muito rápido pois não havia filas, e o pessoal do secretariado muito simpático 5*, pouco depois chega o Baldeante para se juntar ao grupo. O amigo tchaina, quando chegou já estavamos a partir para o passeio.
Cerca das 9h10 começou o passeio e lá fomos nós curtir 30 kms de trilhos e paisagens magníficas, de salientar que o Baldeante aventurou-se nos 60 kms e "baldeou" logo nos primeiros 4 kms, mesmo à frente do kaska que por pouco não o atropelava. Escusado será dizer que era um single-track a descer...
Mais a frente encontro o kaska com o pneu em baixo, dei-lhe uma câmara-de-ar, mudamos e toca a andar. Mais à frente caio para cima de um balseiro devido à minha inexperiência com os pedais de encaixe (primeira vez com eles) e a cerca de 3 kms do fim sou brindado com um furo no pneu traseiro (ainda bem que levei duas câmaras-de-ar)... lol.
Resumindo: o passeio foi muito bom, single tracks divinais pelas serras abaixo, o que nos proporcionou um excelente dia de BTT, foi um pouco duro pois para descermos tinhamos que subir primeiro, aqueles 4 kms depois do abastecimento, não nos esquecemos deles tão depressa. Banhos quentes que nem eram precisos com o calor que estava, bom secretariado, trilhos e paisagens espectaculares, e um porco no espeto que estava muito bom.
Os aspectos a melhorar (que não devia haver ao fim de 14 edições), prendem-se principalmente com as marcações, havia zonas onde as fitas estavam muito dispersas o que fez que muitos voltassem para trás pois pensavam que estavam enganados e o reforço não estava onde disseram mas uns 5 kms depois (sempre a subir). A cor vermelha das fitas também não ajudava na visibilidade destas.
Espero não me ter esquecido de nada. Ninguém levou máquina fotográfica por isso acabo por aqui. Fiquem bem e boas pedaladas.

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Saúde

Achei que devia partilhar este artigo com vocês:
CLIQUEM NO LINK do Jornal EXPRESSO

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Passeio da Ponte Romana, Viegas

O passeio da Ponte Romana, foi levado da breca... Acho que todos levamos um empeno dos valentes. Tanto os que foram para os 25 kms como os que foram para os 40 kms.
Ao certo, ao certo, parece que ninguém sabe bem quantos kms fizemos.
Foi um passeio muito duro.
Muito bonito.
Muitos single-tracks espectaculares.
Mas muito duro.
Muito pessoal queixou-se dos abastecimentos serem fracos.
Eu sobretudo, acho que houve uma economia muito grande nas fitas de marcação, se não fosse as placas com as setas, perdiam-se muito mais atletas.
Economia de fitas, não significa ecologia nem ambientalismo. Ecologia, ambientalismo e preocupação com o meio-ambiente, significa ir lá retirar todo o lixo no fim do passeio.
Conhecendo o pessoal das Viegas, não acredito que eles deixam lá lixo nenhum por levantar. Portanto... dito isto, deviam ter usado mais fitas.
O almoço foi digno do esforço. O arroz doce estava soberbo. A sopinha, dizem o telmo e o baldeante, estava como nunca tinham comido antes... hahaha.
Resta dizer que por pouco não ganhamos uma taça para o maior número de elementos. Mas ficam já a saber que o rapaz que ganhou a taça de mais novo já faz parte do nosso grupo. Portanto, contando com esse elemento e com o irmão dele que também fez o primeiro passeio pelo nosso grupo, ganhámos mais dois jovens elementos. Sejam bem-vindos; Adriano Agostinho e Cristiano Agostinho.

Deixo algumas fotos, não podia ser muitas que eu estava a descer os trilhos feito maluco... LOL...





quinta-feira, 13 de maio de 2010

Idanha 2010

Relato: Cortesia do Sr. Baldeante

O rescaldo é grande, condiz com a qualidade da evento.

Idanha-a-Nova catedral do BTT. Pouco ou nada escaldado pois o S. Pedro não deixou, tirando a chuva inicial um tanto grossa o resto do percurso foi salpicado com umas gotas ocasionais umas mais fortes outras nem tanto. Até refrescou algumas subidas.

Ora bem, vamos começar pelo inicio. Chegada na sexta feira com dois colega do BTT Caldas bem atrás do Mister Chaves e sua cara metade. Secretariado bem a vista foi só parar o carro e recolher os dorsais, rápido e sem qualquer problema. Impecável, houve inclusive tempo para algumas dicas de onde se comer bom e barato.
Primeira ordem de trabalhos: localização do local de dormida. Pavilhão para nós, estalagem/pousada para o Mister Chaves que optou e muito bem por passar o fim de semana por Idanha-a-Nova. Segunda ordem de trabalhos: localização do restaurante Helana (www.helana.com) para aconchegar o estômago. Terminado o jantar, uns minutos num bar existente perto do Pavilhão e cama porque no dia seguinte havia 100km pela frente. Já faltava pouco.

Tal como em Portalegre houve no pavilhão uns engraçadinhos que levaram uns colchões insufláveis e umas bombas que pareciam um apito. Há pessoal que não tem consciência. Mesmo assim não conseguiram estragar o meu sono de beleza e de manhã estava fresco que nem uma alface.
Vamos lá ao que eu não apreciei nesta grande maratona:
- Do banho que o S. Pedro me deu logo no inicio da prova, fresco que nem uma alface não era para ser levado à letra.
- De ter molhado os pés logo na primeira poça de lama foram 100km com os pés e o rabo molhados mas que valeram bem a pena. Repetia o passeio sem sombra de duvida mas desta vez se puder escolher, para começar e terminar a prova seco.
- Tive mais um azar, o conta quilómetros resolveu fazer das dele cheguei ao fim com cento e poucos quilómetros feitos e cerca de 45 no maldito aparelho, andei sensivelmente desde o km 8 completamente perdido nunca sabia se estava longe ou perto dos abastecimentos ou mesmo das subidas. Não imaginam a alegria quando vi a placa 90 km.

Mas nem tudo foi mau. Paisagens e trilhos foram simplesmente espectaculares. Pensei que a calçada de Idanha-a-Nova ia ser difícil de descer, o aglomerado de pessoas num traçado tão curto e estreito dificultou a tarefa, não fosse isso era uma descida como tantas outras onde só é preciso ter algum cuidado e atenção ao calhau mais sobressaído afinal de contas aquilo é calçada não é nenhum estradão. Houve outra descida bem mais picada sempre aos SSSSS com pedra para todos gostos, feitios e tamanhos. Cheguei ao fim da descida sem sentir quase nada da cintura para cima, tudo estalava mas voltava a fazê-la sem pestanejar. Simplesmente um daqueles singles que não é possível esquecer.
As subidas foram muitas mas foram feitas sem grandes problemas. Muitas na avozinha, mas eu também não sou nenhum Vítor Gamito. A tão esperada subida para Idanha-a-Nova foi mais fácil do que eu esperava mas ainda assim um desafio, era preciso saber escolher por onde passar afinal de contas a calçada não foi feita com um nível havia muitos altos e baixos. Bastou uma má escolha para ter de recomeçar. E podem acreditar começar até foi fácil já recomeçar foi bem pior mas lá consegui uns metros acima. Afinal de contas não fui a Idanha-a-Nova só para descer, subir era um objectivo e não ia desistir agora que faltava tão pouco. Ok, faltaram-me uns míseros 10/15 metros mas não e por ai que o gato vai às filhoses.
Valeram ainda os estradões que serpenteavam pelo meio de paisagens espectaculares, o misto de cores nos campos nesta altura do ano é fora de série. De realçar os trilhos junto ao rio Erges, só lamento não ter dado mais atenção às paisagens circundantes mas grande parte do trilho exigia atenção para não ir parar as urtigas ou quem sabe ao rio. Passamos ainda por um sem número de pequenos ribeiros/riachos/cursos de água, uns mais manhosos que outros, felizmente nunca tive de tomar banho para os atravessar, impecável. Parece que já contavam com a minha falta de vontade em tomar um segundo banho frio. Não gostei especialmente de fazer a estrada de alcatrão até Zarza mas reconheço que deu para recuperar as pernas dos trilhos anteriores e preparar-me para os próximos.
Organização, reforços, almoço e indicações do percurso sem qualquer reserva da minha parte estiveram a altura. Já os banhos... a água não estava fria, mas também não chegava a morna, era um misto, já tive bem pior. Bem no inicio da prova ainda rodei o pescoço à procura de mais pessoal a envergar a os novos equipamentos rioMAIORBTTeam mas não vi ninguém na partida. Durante o percurso fui ultrapassado por um ou dois colegas que fizeram sinal, cruzei-me ainda na estrada ao voltar de Zarza com mais um orgulhoso membro e como íamos em direcções opostas fizemos sinal um ao outro e seguimos.

Da próxima temos de combinar melhor. E já que estamos a planear o futuro levamos o Sr. Kaska para tirar as fotos. Vamos ver se em 2011 tenho as pernas treinadas para mais 100km pois esta é sem duvida uma prova a repetir de preferência com a ajuda do S. Pedro. O raio do Inverno nunca mais acaba.

Cliquem no vídeo 2 Vezes.

Os Troféus do +Novo

Ambos no Passeio da Maceirinha, em 2009 e 2010.


Maceirinha 2010


Desta vez não conseguimos taça para maior número de inscritos mas ainda assim conseguimos levar 5 elementos entre os quais, o nosso elemento mais novo, João Paulo Santos "kaskinha", que agora com 8 anos recebeu de novo e pelo segundo ano consecutivo, o troféu para o elemento "mais novo" a participar no passeio.
Como o passeio da Maceirinha continua a ter a mesma configuração de percurso, ou seja, percurso em "8", o nosso João Paulo pode participar e fazer apenas a primeira metade da prova que como no ano passado é muito mais simples (técnica e físicamente falando) que a segunda parte.
O percurso, todo ele, foi bastante agradável. Quanto a mim, ainda melhor que o ano passado. Bastantes single-tracks, uns mais técnicos que outros, mas todos muito bonitos, alguns caminhos novos e a simpatia de toda a gente da organização deixa-nos a vontade de pró ano participarmos de novo.
O único "senão" que já vem do ano passado prende-se com as marcações.
No meu ponto de vista esta organização é muito "económica" com as fitas, que devem ser menos espaçadas e assim existirem em maior quantidade.
De qualquer modo os meus parabéns à organização, pois que eu saiba, toda a gente gosto do percurso.


Divulgação: Clube do Mato

A aventura de ALTE 2010

Relato: Cortesia do Sr. Armando Cruz (Kat Killer)

Sábado, 24 de Abril, 14:30 eu e meu camarada de aventuras Diogo Oliveira (para os amigos, DIDI), partimos em direcção ao Algarve. Sós, porque o resto da equipa Pedro Coelho(para os amigos, FOMFOM) e Márcio Veríssimo já tinham ido para Quarteira na Sexta feira e o Hugo Santos a esposa e a jovem promessa do BTT "Tomás" com a companhia do seu Irmão Filipe e a mulher Patrícia partiram ainda durante a Manhã.
Todos se deslocaram para o local onde iríamos pernoitar e de onde partiríamos na manhã de Domingo para Alte, uma das mais típicas e preservadas aldeias algarvias afastada do turístico litoral, com as suas belas casas pintadas nas cores correntes da região (o ocre, almagre, azulão, antracite, com destaque para os fundos brancos), as açoteias e as tradicionais chaminés algarvias e as belas ruelas pavimentadas em calçada portuguesa.

Quanto à noite de Sábado, por razão que o bom senso recomenda não me vou referir a ela apenas dizer que o vendedor de seguros e o de automóveis estiveram no seu melhor, quanto ao resto deixo ao cuidado da imaginação de todos que os conhecem, mas adiante... Eis que chegados a Alte e preparados para a aventura que se avizinhava,lá fomos para mais uma manhã do desporto de lazer mais apreciado por nós e tantos como nós por esse Portugal fora.

A partida como prevista, para os federados e participantes no campeonato a partirem à frente, e depois conforme programado os atletas do passeio e da meia maratona.
O inicio logo à partida a calcorrear as ruas e ruelas da Freguesia até ao limite da mesma sempre por asfalto onde rapidamente se trocou o mesmo pela terra ora seca ora húmida e assim começou o assalto da Serra do Caldeirão, onde passamos por estradões onde se podia vislumbrar (quem ia devagar) paisagens a perder de vista de uma beleza incomparável num sobe e desce constante por entre eucaliptos, pinheiros, e outras espécies de árvores e arbustos típicos da região.
Até praticamente ao fim fomos passando por todo este verde fantástico e atravessando sempre inúmeros riachos de água clara e límpida sem a típica poluição dos nossos dias e que cá para cima vai sendo cada vez mais frequente.
O percurso muito bem marcado na minha modesta opinião sempre com placas fluorescentes com setas a indicar o sentido a seguir acompanhadas por fitas.
Quanto aos habitantes locais, gente simples e simpática ao longo do percurso, lá estavam eles com palavras de incentivo e encorajamento para todos os que neste belo e solarengo dia de "verão" vieram de todo o lado para participar na maratona de Alte.
Quanto à organização de referir que me pareceu tudo muito bem estudado, organizado e pensado ao pormenor para que as falhas não acontecessem, o secretariado aberto de véspera para todos poderem levantar os frontais, sem contar com os que foram enviados de acordo com as inscrições para as lojas das respectivas áreas de residência dos atletas que assim solicitaram. Durante o percurso os abastecimentos sempre com muita gente a dar apoio, água, barras, fruta, bolos, etc... porque a dureza do percurso assim o exigia, 54,1 km com 1267 mts de acumulado altimétrico final... é OBRA!
Nos locais onde existiam cruzamentos mais complicados lá estava sempre um jovem da organização estrategicamente colocado, e ainda vi duas ambulâncias em locais diferentes e vários buggys para colmatar qualquer azar que eventualmente pudesse acontecer.
A chegada acontecia num local muito bonito e aprazivel junto a uma pequena praia fluvial onde alguns bttistas aproveitaram para dar uns mergulhos. Chegada essa que tal era o aparato que o mais simples amante do BTT ao cortar a linha de chegada se sentia um verdadeiro "Absalon", ele eram tendas de cronometragem, da sonorização, das meninas da red bull (giras por sinal) a dar latas desse precioso liquido, dos produtos energéticos e novamente os miúdos da organização a oferecerem bidões da sportzone. Após uma chegada assim, se o pessoal não se sentisse importante, perdoem-me a vaidade mas eu senti-me grande, quase me senti um verdadeiro campeão como o Hugo ou o Didi.
Após isto lá veio a azáfama dos banhos, que eram na escola e segundo percebi numas belas instalações e novas da escola profissional.
Por acaso não foi lá que tomamos o recuperador banho mas numas velhas instalações contíguas a Junta de Freguesia onde a água fria soube divinalmente.
Depois vem o esperado almoço onde era chegar escolher almôndegas com massa ou bacalhau a Brás e pudim, as bebidas era só ir buscar e trazer para a mesa já posta, melhor que isto só, perdoem-me, mas só mesmo Portalegre onde há tudo isto mas servido a mesa, ou seja para mim que até nem sou esquisito foi 5 estrelas, apenas referir que o pendura do costume mais uma vez comeu à borla, todos sabem de quem eu estou a falar.
Tudo isto ainda tem para mim mais valor pois após uma pequenas converssa com uma senhora da organização quase profissional fiquei agradavelmente satisfeito por saber que toda esta gente são alunos, professores e funcionários da escola profissional e ainda pessoas da Junta de Freguesia.
Por ultimo queria fazer um agradecimento muito especial a quem me proporcionou mais esta grande aventura que pela sua desistência e cedência de forma graciosa do já pago alojamento, os dois amigos do Hugo: o Rui Freire com o frontal com que eu participei e o André Pereira, que desde já posso aqui garantir que se algumas vez precisarem de alguma coisa de Rio Maior cá estamos todos em particular eu o Didi à vossa disposição.

Quanto à nossa participação a mesma saldou-se pelas classificações abaixo descritas:
Hugo Santos - Lugar 24 - 2.47.22
Pedro Coelho - Lugar - 27 -2.48.35
Diogo Oliveira - Lugar 170 - 3.24.16
Rui Miguel Gonçalves Freire (ou seja eu ) - Lugar 334 - 3.54.12

O Márcio Veríssimo e o Filipe Santos não concluíram a prova pois foram duramente atacados pelo sol que se fez sentir.

Apenas quero garantir que se tudo correr bem para o próximo ano lá estarei novamente porque o que é bom deve ser de repetir, quem quiser ir, diga, e lá estaremos.

A todos muito obrigado e sejam felizes a pedalar.

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Rota dos Róódinhas

Pelo segundo ano seguido estivemos presentes em força na Rota dos Róódinhas, grandes amigos e companheiros da Benedita. Também pelo segundo ano consecutivo conseguimos ser a equipa com maior número de participantes neste evento.
Foi altura de rever o Daniel e a Carlinha, os nossos antigos campeões que como sabem pertencem agora à equipa dos Róódinhas.

Quanto ao passeio, nada há para dizer. Foi tudo o que se esperava daquela organização.
Boas marcações, bom atendimento e companheirismo, bom almoço, excelente passeio, com bons trilhos. Tudo do melhor, mais uma vez devemos fazer justiça a esta organização que com a sua imensa experiência nestas lides nos acostumou sempre ao melhor.

A eles um muito obrigado. Deixo aqui fotos dos dois troféus que já conseguimos na Rota dos Róódinhas e um obrigado também a todo o pessoal que se inscreveu.

quinta-feira, 8 de abril de 2010

1º Jantar Convivio BikeZone Caldas e Aniversário Daniel Louro


2ª Feira - 12 de Abril de 2010


Caros Clientes e Amigos,

Como o prometido é devido e porque não só os Passeios de Bike que possamos organizar são importantes, mas também o Convívio, estão todos convidados a participar no 1º Jantar Convívio BikeZone Caldas, ao qual juntamos o meu Aniversário!
O mesmo irá realizar-se na próxima 2ª Feira, dia 12 de Abril, pelas 21 H, no Salão Milénio (junto ao Hotel Internacional - Caldas da Rainha).
O Jantar será tipo Buffet, com entradas, sopas, pratos diversos (carne e peixe), sobremesas e bebida. Terá o custo de 9 €/Pessoa.
Agradecemos que confirmem a vossa presença até Sábado (Dia 10 de Abril) através dos Telms.: 917525893 (Daniel Louro) ou 963207738 (Zé Pedro).
Contamos com a vossa presença para garantir o sucesso daquele que esperamos que seja o primeiro de muitos "Jantares Convívio BikeZone Caldas"!!!