quarta-feira, 18 de agosto de 2010
Vale do VOUGA - Águeda
Excelente maratona... Organização, percurso, marcações, paisagem, simpatia de todo o staff, almoço e banhos, impecável!
À partida já estavam cerca de 28 graus... ia ser um passeio quente. Eu fui a Vale do Vouga porque até gosto de subir, e assim inscrevi-me na maratona... chamem-me doido mas cada um tem a sua pancada. Não esperava que fosse fácil mas também não esperava temperaturas tão altas.
A subida até ao primeiro abastecimento foi longa mas acessível houve bastante sombra na subida o que facilitou a mesma. No primeiro abastecimento houve água com fartura, pelo menos quando eu cheguei havia. De realçar que estava fresca.
O problema começou na segunda subida, a caminho do segundo abastecimento, a temperatura aumentou e muito. Algumas zonas, 40 graus, e a água não chegou. Ou melhor, chegou mas apenas com a ajuda dos populares. Entre o primeiro e o segundo abastecimento recebi água de uma mangueira e de um senhor que estava numa fonte "armado" com duas garrafas de litro e meio e um copo para dar ao pessoal. Tirando estes dois populares houve uma pessoa da organização na última parte da subida a dar água. Esperava mais com esta temperatura.
Eu e muitos outros colegas refrescámo-nos num "bidon" que estava bem perto do caminho. A água não era potável mas deu para molhar pés, cabeça e o resto do corpo. Naquela maldita subida o problema não foi a inclinação nem tão pouco o piso foi o calor. Eu e possivelmente todos os outros colegas que encontrei deitados de toda e qualquer forma, em qualquer sombra, nessa subida... estavamos a ferver... não fosse o tal "bidon", tinha-mos derretido... literalmente!
Mas o passeio não foi só composto de subidas. Depois das subidas vinham as descidas repletas de um misto de single-tracks e estradões. Geralmente até sabem bem, mas neste dia fatídico algumas das descidas tornaram-se penosas. Mesmo em grande velocidade, o ar era quente e acreditem, houve descidas mesmo muito rápidas que parecia queimar tanto os olhos como o sol queimava o resto do corpo.
Alguns reparos:
Devia ter havido mais uns quilómetros de estrada ou estradões para partir o pelotão, as primeiras subidas foram uma tortura não valia a pena tentar montar a bike com tanta gente, mesmo olhando para as subidas e estas não terem nada de especial não havia onde passar sem atropelar alguém.
A tão falada água. Eu sabia que ia estar calor, levei dois bidons e contava com os abastecimentos para os repor mas quando cheguei á divisão, poucos quilómetros antes do primeiro reforço, já não havia água e não achei piada. O reforço estava próximo e era perfeitamente possível gerir a água por um determinado número de quilómetros só foi pena os reforços que não estavam no local anunciado e assim é difícil gerir a água.
Primeiro abastecimento anunciado ao km 23, era mais ao 27/28.
Segundo abastecimento anunciado ao km 43, era mais ao 51/52.
Escapou o último abastecimento que estava anunciado ao km 68 e que se não me engano era perto do 61 ou era 71, não tenho bem a certeza, mas em qualquer dos casos o percurso já não tinha tantas subidas o que facilitou a gestão da água do segundo abastecimento até este último, já para não falar no aumento das sombras.
Resumindo, tirando o problema da água, que afectou toda a gente foi um belo passeio, gostei dos trilhos só foi mesmo pena o calor abrasador que se fez sentir.
Fotos:
http://www.maratonavaledovouga.com/maratona/index.php?option=com_content&view=article&id=64&Itemid=73
terça-feira, 6 de julho de 2010
A bonita Serra d'El-Rei
Serra d'El-Rei... eu esperava muita areia... houve alguma mas nada de grave. Já vi bem pior. Algumas subidas, mas todas acessíveis. Alguns single-tracks espectaculares e muitos estradões.
Este evento teve dois problemas: o primeiro foi quando um engraçadinho resolveu tirar as fitas lá pelo Baleal. O que nos salvou foi mesmo estarem dois ciclistas que nos indicaram o caminho; o segundo foi o facto de estar a estrear os meus manípulos Dual Shift e ter posto a Talega nas subidas vezes sem conta... lol...
Ora, este foi um passeio mesmo bom para testar os ditos manípulos visto que era bem acessível com 1000 mts. de acumulado, as subidas quase nem se notaram... quer isto dizer que os problemas do passeio nada tiveram a ver com a organização, que por sinal fizeram deste passeio um exemplo a seguir por muitas outras organizações que por ai há.
Até à separação dos 30/60 acompanhei um colega aqui do rioMAIOR BTTeam depois disso só vi pessoal no segundo abastecimento. Estava lá um colega de trabalho que resolvi acompanhar ate ao fim dos 60 kms. Sempre fui mais devagar fazendo melhor uso dos novos manípulos. Algo bem necessário para o passeio da próxima semana em Vale do Vouga/Águeda... esse sim, será bem mais exigente.
Terminado o passeio lá fomos ao almoço. Uma bela carne "à portuguesa" e uma excelente sopa de caldo verde. Estava mesmo no ponto. Tapado o almoço com um cafezito lá regressamos a casa com a sensação de dever comprido.
Bom Passeio. Valeu!
Minde
O dia começou bem, o expresso Chaves foi impecável chega sempre ao destino... primeiro e único percalço: O Chaves esqueceu-se do camelbak. Arranjou-se um bidon emprestado de um elemento da organização e resolveu-se o problema. Bem... mais ou menos... o camelbak sempre tinha mais água e bem que ela ia ser precisa.
Ora vamos lá a ver... neste raid não se pode apontar nada em falta, só mesmo o excesso de pedra, mas estávamos na zona dela. Acho que, dela, não havia como fugir. Era a subir, era a descer, era só pedra para todos os gostos e feitios. Acho que já entrei na serra dos candeeiros por tudo quanto é lado, e cada vez que lá vou há mais pedra. Um dia destes ainda temos de começar a trazer alguma para casa, talvez assim o empeno seja menor.
O percurso esteve duro. Calor e pedra com fartura, mas estava no mínimo espectacular. Alguns daqueles single-tracks até deixavam água na boca. Abastecimentos no sítio certo, a mim pelo menos nunca me faltou a água. Organização, banhos, almoço e logística fenomenal... não faltou nada. Pró ano quem sabe... a pedra ainda lá vai estar, e possivelmente também eu.
terça-feira, 29 de junho de 2010
Reinaldes by Baldeante
Este foi mais um passeio digno do nome “passeio”, pouco técnico, algumas subidas e muitos estradões. Bem acessível, só foi pena a chuva ter estragado os últimos quilómetros, desde que cheguei ao caminho que levava à barragem da Atouguia da Baleia até a saída para alcatrão que nos levava de volta a Reinaldes esteve sempre a chover.
Nada de grave, chuva fininha, mas suficiente para transformar os estradões que contornavam a barragem num misto de clicável e enlameado. Nada de grave porque pelo menos a lama não colava aos pneus as poças eram facilmente atravessadas.
Houve um passeio para os mais jovens com apenas 10 quilómetros. O reforço foi feito ao quilómetro 5 tendo estes primeiros quilómetros sido guiados e comuns a ambos os passeios. Excelente para as crianças, mas, menos excelente para os restantes participantes. Como o tempo até estava fresco fez-se bem. A água do cantil chegou e sobrou.
A sinalização estava excelente, só houve uma ou outra marca que começou a desaparecer com a chuva isto porque parte das marcações foram feitas com giz. O que salvou a situação foi que, em quase todo o local mais duvidoso, estava uma placa com indicação de mudança de direcção.
Os banhos foram improvisados mas muito higiénicos e com água bem quente, afinal de contas havia um esquentador a 1 ou 2 metros dos dois únicos chuveiros, eheh.
Roubando as palavras de um outro participante “Já tive balneários bem melhores mas com água bem pior!” quer isto dizer que as instalações apesar de modestas tinham água com fartura e bem quente.
Depois do banho só faltava o almoço. Impecável também. Três tachos, massa, arroz e grelhada mista, tudo à vontade do freguês. Bebidas, era só pedir! A salada já tinha acabado mas mal começamos a comer fomos presenteados com uma grande tigela bem no meio da mesa. Espectáculo! Não faltou nada! E tudo isto numa mesa de café debaixo de um chapéu-de-sol ao ar livre!
Venham mais passeios como este!
sábado, 12 de junho de 2010
1.º Pêra Rocha Bombarral
Ora cá está um passeio digno do nome “Passeio”, pouco técnico, poucas subidas e muitos estradões. Só foi pena alguns dos trilhos terem areia mais lembrando uma qualquer praia, não foram muitos.. uns dois ou três... mas longos e chatos na minha opinião... mas sou só eu que não gosto de areia.
Organização impecável desde o levantamento dos dorsais, aos abastecimentos, postos de controlo e cruzamentos. As marcações estavam impecáveis.
Gostaria de ressalvar aqui a boa vontade do jovem da organização que estava a receber as senhas de almoço, perdi a minha não sei bem como, dei o número de dorsal para confirmarem e pude almoçar sem qualquer problema, aquela carne estava mesmo boa e as sobremesas à descrição... um sonho.
Faltou lá o Sr. Kaska para aterrorizar o arroz doce, lol... vejam lá o que ele perdeu arroz doce, mousse, gelatina, um bolo de chocolate e outro de doce de ovos e côco que estavam uma delícia e volto a lembrar: era à descrição.
Grande passeio!
1.º Open do Cartaxo
30 de Maio - 1º Open BTT do Cartaxo e como tinha de ser lá estava em representação do rioMAIORBTTeam eu, o Hugo e Pedro para os 65km, o Filipe e o Sr. Kaska para os 40km.
O dia começou bem, o secretariado foi fácil de encontrar, o levantamento dos dorsais exemplar.
Faltou o controle Zero algo que não era suposto acontecer mas tudo bem. Lá nos fizémos ao percurso, este começou em alcatrão mas rápido passamos a terra. O passeio foi composto maioritariamente por estradões e algum alcatrão pelo meio mas pouco. Tinha quase tanta pedra como alcatrão ou seja pouca mas presente, houve ainda algumas ameaças de single-tracks pois quase pareciam crescer para o regular estradão deste passeio, ninguém se pode queixar que não conseguia passar. Algumas das paisagens fizeram-me lembrar Idanha-a-Nova com aqueles campos coloridos de flores primaveris.
Houve alguns pontos do passeio que me ficaram na memória, gravados pela negativa. A subida depois da separação não era de todo ciclável, desta forma era algo a evitar afinal e contas nenhum de nós se inscreveu para fazer escalada. A poça de água, diga-se ribeiro, com cerca de 2, 3 metros de comprimento e uns 20 a 30 centímetros de profundidade com pedra solta no fundo, intransponível sem molhar os pés na minha humilde opinião. Pelo menos eu fiquei quase de lado logo no primeiro metro por pouco não soltava os sapatos a tempo e tomava banho. Sou o primeiro a assumir que soube bem refrescar os pés com o calor que estava mas depois de alguns minutos andamos com os pés transpirados numa sopa quente que não faz nada bem, nem tão pouco é confortável.
A parte mais grave na minha opinião deste passeio foram mesmo as marcações. Por várias vezes alguém gritou "não é por ai" e eu lá travei e voltei para trás. Ou eu gritei a alguém a mesma coisa.
Certo é que eu e outro colega ao quilómetro 58 dé-mos por nós às voltas após telefonarmos à organização e optamos por fazer o resto do percurso pela estrada algo que nos deixou bastante insatisfeitos. Afinal de contas estavamos já no fim quando nos perdemos, no percurso de volta pela estrada vimos muitas garrafas de água pelo que houve muita gente a cometer o mesmo erro no mesmo sítio, ou a atalhar, sabe-se lá...
Depois deste balde de água fria soube bem o banho quente e o almoço para o qual tivemos de esperar uns largos minutos tal era a fila. A espera compensou. O porco estava muito bom. Para o ano se colmatarem o problema das fitas lá estarei.
quinta-feira, 27 de maio de 2010
14.º Alqueidão da Serra
O dia começou cerca das 6H15 ainda o sol dormia.
As 7h00 chego a Rio Maior onde me encontro com o kaska, carregamos as bikes e fizemo-nos à estrada sempre ao som dos Metallica para acordar.
Por volta das 7h50 chegamos a Alqueidão, fomos os primeiros a levantar os dorsais, muito rápido pois não havia filas, e o pessoal do secretariado muito simpático 5*, pouco depois chega o Baldeante para se juntar ao grupo. O amigo tchaina, quando chegou já estavamos a partir para o passeio.
Cerca das 9h10 começou o passeio e lá fomos nós curtir 30 kms de trilhos e paisagens magníficas, de salientar que o Baldeante aventurou-se nos 60 kms e "baldeou" logo nos primeiros 4 kms, mesmo à frente do kaska que por pouco não o atropelava. Escusado será dizer que era um single-track a descer...
Mais a frente encontro o kaska com o pneu em baixo, dei-lhe uma câmara-de-ar, mudamos e toca a andar. Mais à frente caio para cima de um balseiro devido à minha inexperiência com os pedais de encaixe (primeira vez com eles) e a cerca de 3 kms do fim sou brindado com um furo no pneu traseiro (ainda bem que levei duas câmaras-de-ar)... lol.
Resumindo: o passeio foi muito bom, single tracks divinais pelas serras abaixo, o que nos proporcionou um excelente dia de BTT, foi um pouco duro pois para descermos tinhamos que subir primeiro, aqueles 4 kms depois do abastecimento, não nos esquecemos deles tão depressa. Banhos quentes que nem eram precisos com o calor que estava, bom secretariado, trilhos e paisagens espectaculares, e um porco no espeto que estava muito bom.
Os aspectos a melhorar (que não devia haver ao fim de 14 edições), prendem-se principalmente com as marcações, havia zonas onde as fitas estavam muito dispersas o que fez que muitos voltassem para trás pois pensavam que estavam enganados e o reforço não estava onde disseram mas uns 5 kms depois (sempre a subir). A cor vermelha das fitas também não ajudava na visibilidade destas.
Espero não me ter esquecido de nada. Ninguém levou máquina fotográfica por isso acabo por aqui. Fiquem bem e boas pedaladas.
sexta-feira, 21 de maio de 2010
Saúde
CLIQUEM NO LINK do Jornal EXPRESSO
segunda-feira, 17 de maio de 2010
Passeio da Ponte Romana, Viegas
Ao certo, ao certo, parece que ninguém sabe bem quantos kms fizemos.
Foi um passeio muito duro.
Muito bonito.
Muitos single-tracks espectaculares.
Mas muito duro.
Muito pessoal queixou-se dos abastecimentos serem fracos.
Eu sobretudo, acho que houve uma economia muito grande nas fitas de marcação, se não fosse as placas com as setas, perdiam-se muito mais atletas.
Economia de fitas, não significa ecologia nem ambientalismo. Ecologia, ambientalismo e preocupação com o meio-ambiente, significa ir lá retirar todo o lixo no fim do passeio.
Conhecendo o pessoal das Viegas, não acredito que eles deixam lá lixo nenhum por levantar. Portanto... dito isto, deviam ter usado mais fitas.
O almoço foi digno do esforço. O arroz doce estava soberbo. A sopinha, dizem o telmo e o baldeante, estava como nunca tinham comido antes... hahaha.
Resta dizer que por pouco não ganhamos uma taça para o maior número de elementos. Mas ficam já a saber que o rapaz que ganhou a taça de mais novo já faz parte do nosso grupo. Portanto, contando com esse elemento e com o irmão dele que também fez o primeiro passeio pelo nosso grupo, ganhámos mais dois jovens elementos. Sejam bem-vindos; Adriano Agostinho e Cristiano Agostinho.
Deixo algumas fotos, não podia ser muitas que eu estava a descer os trilhos feito maluco... LOL...
quinta-feira, 13 de maio de 2010
Idanha 2010
O rescaldo é grande, condiz com a qualidade da evento.
Idanha-a-Nova catedral do BTT. Pouco ou nada escaldado pois o S. Pedro não deixou, tirando a chuva inicial um tanto grossa o resto do percurso foi salpicado com umas gotas ocasionais umas mais fortes outras nem tanto. Até refrescou algumas subidas.
Ora bem, vamos começar pelo inicio. Chegada na sexta feira com dois colega do BTT Caldas bem atrás do Mister Chaves e sua cara metade. Secretariado bem a vista foi só parar o carro e recolher os dorsais, rápido e sem qualquer problema. Impecável, houve inclusive tempo para algumas dicas de onde se comer bom e barato.
Primeira ordem de trabalhos: localização do local de dormida. Pavilhão para nós, estalagem/pousada para o Mister Chaves que optou e muito bem por passar o fim de semana por Idanha-a-Nova. Segunda ordem de trabalhos: localização do restaurante Helana (www.helana.com) para aconchegar o estômago. Terminado o jantar, uns minutos num bar existente perto do Pavilhão e cama porque no dia seguinte havia 100km pela frente. Já faltava pouco.
Tal como em Portalegre houve no pavilhão uns engraçadinhos que levaram uns colchões insufláveis e umas bombas que pareciam um apito. Há pessoal que não tem consciência. Mesmo assim não conseguiram estragar o meu sono de beleza e de manhã estava fresco que nem uma alface.
Vamos lá ao que eu não apreciei nesta grande maratona:
- Do banho que o S. Pedro me deu logo no inicio da prova, fresco que nem uma alface não era para ser levado à letra.
- De ter molhado os pés logo na primeira poça de lama foram 100km com os pés e o rabo molhados mas que valeram bem a pena. Repetia o passeio sem sombra de duvida mas desta vez se puder escolher, para começar e terminar a prova seco.
- Tive mais um azar, o conta quilómetros resolveu fazer das dele cheguei ao fim com cento e poucos quilómetros feitos e cerca de 45 no maldito aparelho, andei sensivelmente desde o km 8 completamente perdido nunca sabia se estava longe ou perto dos abastecimentos ou mesmo das subidas. Não imaginam a alegria quando vi a placa 90 km.
Mas nem tudo foi mau. Paisagens e trilhos foram simplesmente espectaculares. Pensei que a calçada de Idanha-a-Nova ia ser difícil de descer, o aglomerado de pessoas num traçado tão curto e estreito dificultou a tarefa, não fosse isso era uma descida como tantas outras onde só é preciso ter algum cuidado e atenção ao calhau mais sobressaído afinal de contas aquilo é calçada não é nenhum estradão. Houve outra descida bem mais picada sempre aos SSSSS com pedra para todos gostos, feitios e tamanhos. Cheguei ao fim da descida sem sentir quase nada da cintura para cima, tudo estalava mas voltava a fazê-la sem pestanejar. Simplesmente um daqueles singles que não é possível esquecer.
As subidas foram muitas mas foram feitas sem grandes problemas. Muitas na avozinha, mas eu também não sou nenhum Vítor Gamito. A tão esperada subida para Idanha-a-Nova foi mais fácil do que eu esperava mas ainda assim um desafio, era preciso saber escolher por onde passar afinal de contas a calçada não foi feita com um nível havia muitos altos e baixos. Bastou uma má escolha para ter de recomeçar. E podem acreditar começar até foi fácil já recomeçar foi bem pior mas lá consegui uns metros acima. Afinal de contas não fui a Idanha-a-Nova só para descer, subir era um objectivo e não ia desistir agora que faltava tão pouco. Ok, faltaram-me uns míseros 10/15 metros mas não e por ai que o gato vai às filhoses.
Valeram ainda os estradões que serpenteavam pelo meio de paisagens espectaculares, o misto de cores nos campos nesta altura do ano é fora de série. De realçar os trilhos junto ao rio Erges, só lamento não ter dado mais atenção às paisagens circundantes mas grande parte do trilho exigia atenção para não ir parar as urtigas ou quem sabe ao rio. Passamos ainda por um sem número de pequenos ribeiros/riachos/cursos de água, uns mais manhosos que outros, felizmente nunca tive de tomar banho para os atravessar, impecável. Parece que já contavam com a minha falta de vontade em tomar um segundo banho frio. Não gostei especialmente de fazer a estrada de alcatrão até Zarza mas reconheço que deu para recuperar as pernas dos trilhos anteriores e preparar-me para os próximos.
Organização, reforços, almoço e indicações do percurso sem qualquer reserva da minha parte estiveram a altura. Já os banhos... a água não estava fria, mas também não chegava a morna, era um misto, já tive bem pior. Bem no inicio da prova ainda rodei o pescoço à procura de mais pessoal a envergar a os novos equipamentos rioMAIORBTTeam mas não vi ninguém na partida. Durante o percurso fui ultrapassado por um ou dois colegas que fizeram sinal, cruzei-me ainda na estrada ao voltar de Zarza com mais um orgulhoso membro e como íamos em direcções opostas fizemos sinal um ao outro e seguimos.
Da próxima temos de combinar melhor. E já que estamos a planear o futuro levamos o Sr. Kaska para tirar as fotos. Vamos ver se em 2011 tenho as pernas treinadas para mais 100km pois esta é sem duvida uma prova a repetir de preferência com a ajuda do S. Pedro. O raio do Inverno nunca mais acaba.
Cliquem no vídeo 2 Vezes.
Os Troféus do +Novo
Maceirinha 2010

Desta vez não conseguimos taça para maior número de inscritos mas ainda assim conseguimos levar 5 elementos entre os quais, o nosso elemento mais novo, João Paulo Santos "kaskinha", que agora com 8 anos recebeu de novo e pelo segundo ano consecutivo, o troféu para o elemento "mais novo" a participar no passeio.
Como o passeio da Maceirinha continua a ter a mesma configuração de percurso, ou seja, percurso em "8", o nosso João Paulo pode participar e fazer apenas a primeira metade da prova que como no ano passado é muito mais simples (técnica e físicamente falando) que a segunda parte.
O percurso, todo ele, foi bastante agradável. Quanto a mim, ainda melhor que o ano passado. Bastantes single-tracks, uns mais técnicos que outros, mas todos muito bonitos, alguns caminhos novos e a simpatia de toda a gente da organização deixa-nos a vontade de pró ano participarmos de novo.
O único "senão" que já vem do ano passado prende-se com as marcações.
No meu ponto de vista esta organização é muito "económica" com as fitas, que devem ser menos espaçadas e assim existirem em maior quantidade.
De qualquer modo os meus parabéns à organização, pois que eu saiba, toda a gente gosto do percurso.

Divulgação: Clube do Mato
A aventura de ALTE 2010
Sábado, 24 de Abril, 14:30 eu e meu camarada de aventuras Diogo Oliveira (para os amigos, DIDI), partimos em direcção ao Algarve. Sós, porque o resto da equipa Pedro Coelho(para os amigos, FOMFOM) e Márcio Veríssimo já tinham ido para Quarteira na Sexta feira e o Hugo Santos a esposa e a jovem promessa do BTT "Tomás" com a companhia do seu Irmão Filipe e a mulher Patrícia partiram ainda durante a Manhã.
Todos se deslocaram para o local onde iríamos pernoitar e de onde partiríamos na manhã de Domingo para Alte, uma das mais típicas e preservadas aldeias algarvias afastada do turístico litoral, com as suas belas casas pintadas nas cores correntes da região (o ocre, almagre, azulão, antracite, com destaque para os fundos brancos), as açoteias e as tradicionais chaminés algarvias e as belas ruelas pavimentadas em calçada portuguesa.
Quanto à noite de Sábado, por razão que o bom senso recomenda não me vou referir a ela apenas dizer que o vendedor de seguros e o de automóveis estiveram no seu melhor, quanto ao resto deixo ao cuidado da imaginação de todos que os conhecem, mas adiante... Eis que chegados a Alte e preparados para a aventura que se avizinhava,lá fomos para mais uma manhã do desporto de lazer mais apreciado por nós e tantos como nós por esse Portugal fora.
A partida como prevista, para os federados e participantes no campeonato a partirem à frente, e depois conforme programado os atletas do passeio e da meia maratona.
O inicio logo à partida a calcorrear as ruas e ruelas da Freguesia até ao limite da mesma sempre por asfalto onde rapidamente se trocou o mesmo pela terra ora seca ora húmida e assim começou o assalto da Serra do Caldeirão, onde passamos por estradões onde se podia vislumbrar (quem ia devagar) paisagens a perder de vista de uma beleza incomparável num sobe e desce constante por entre eucaliptos, pinheiros, e outras espécies de árvores e arbustos típicos da região.
Até praticamente ao fim fomos passando por todo este verde fantástico e atravessando sempre inúmeros riachos de água clara e límpida sem a típica poluição dos nossos dias e que cá para cima vai sendo cada vez mais frequente.
O percurso muito bem marcado na minha modesta opinião sempre com placas fluorescentes com setas a indicar o sentido a seguir acompanhadas por fitas.
Quanto aos habitantes locais, gente simples e simpática ao longo do percurso, lá estavam eles com palavras de incentivo e encorajamento para todos os que neste belo e solarengo dia de "verão" vieram de todo o lado para participar na maratona de Alte.
Quanto à organização de referir que me pareceu tudo muito bem estudado, organizado e pensado ao pormenor para que as falhas não acontecessem, o secretariado aberto de véspera para todos poderem levantar os frontais, sem contar com os que foram enviados de acordo com as inscrições para as lojas das respectivas áreas de residência dos atletas que assim solicitaram. Durante o percurso os abastecimentos sempre com muita gente a dar apoio, água, barras, fruta, bolos, etc... porque a dureza do percurso assim o exigia, 54,1 km com 1267 mts de acumulado altimétrico final... é OBRA!
Nos locais onde existiam cruzamentos mais complicados lá estava sempre um jovem da organização estrategicamente colocado, e ainda vi duas ambulâncias em locais diferentes e vários buggys para colmatar qualquer azar que eventualmente pudesse acontecer.
A chegada acontecia num local muito bonito e aprazivel junto a uma pequena praia fluvial onde alguns bttistas aproveitaram para dar uns mergulhos. Chegada essa que tal era o aparato que o mais simples amante do BTT ao cortar a linha de chegada se sentia um verdadeiro "Absalon", ele eram tendas de cronometragem, da sonorização, das meninas da red bull (giras por sinal) a dar latas desse precioso liquido, dos produtos energéticos e novamente os miúdos da organização a oferecerem bidões da sportzone. Após uma chegada assim, se o pessoal não se sentisse importante, perdoem-me a vaidade mas eu senti-me grande, quase me senti um verdadeiro campeão como o Hugo ou o Didi.
Após isto lá veio a azáfama dos banhos, que eram na escola e segundo percebi numas belas instalações e novas da escola profissional.
Por acaso não foi lá que tomamos o recuperador banho mas numas velhas instalações contíguas a Junta de Freguesia onde a água fria soube divinalmente.
Depois vem o esperado almoço onde era chegar escolher almôndegas com massa ou bacalhau a Brás e pudim, as bebidas era só ir buscar e trazer para a mesa já posta, melhor que isto só, perdoem-me, mas só mesmo Portalegre onde há tudo isto mas servido a mesa, ou seja para mim que até nem sou esquisito foi 5 estrelas, apenas referir que o pendura do costume mais uma vez comeu à borla, todos sabem de quem eu estou a falar.
Tudo isto ainda tem para mim mais valor pois após uma pequenas converssa com uma senhora da organização quase profissional fiquei agradavelmente satisfeito por saber que toda esta gente são alunos, professores e funcionários da escola profissional e ainda pessoas da Junta de Freguesia.
Por ultimo queria fazer um agradecimento muito especial a quem me proporcionou mais esta grande aventura que pela sua desistência e cedência de forma graciosa do já pago alojamento, os dois amigos do Hugo: o Rui Freire com o frontal com que eu participei e o André Pereira, que desde já posso aqui garantir que se algumas vez precisarem de alguma coisa de Rio Maior cá estamos todos em particular eu o Didi à vossa disposição.
Quanto à nossa participação a mesma saldou-se pelas classificações abaixo descritas:
Hugo Santos - Lugar 24 - 2.47.22
Pedro Coelho - Lugar - 27 -2.48.35
Diogo Oliveira - Lugar 170 - 3.24.16
Rui Miguel Gonçalves Freire (ou seja eu ) - Lugar 334 - 3.54.12
O Márcio Veríssimo e o Filipe Santos não concluíram a prova pois foram duramente atacados pelo sol que se fez sentir.
Apenas quero garantir que se tudo correr bem para o próximo ano lá estarei novamente porque o que é bom deve ser de repetir, quem quiser ir, diga, e lá estaremos.
A todos muito obrigado e sejam felizes a pedalar.
sexta-feira, 7 de maio de 2010
Rota dos Róódinhas
Foi altura de rever o Daniel e a Carlinha, os nossos antigos campeões que como sabem pertencem agora à equipa dos Róódinhas.
Quanto ao passeio, nada há para dizer. Foi tudo o que se esperava daquela organização.
Boas marcações, bom atendimento e companheirismo, bom almoço, excelente passeio, com bons trilhos. Tudo do melhor, mais uma vez devemos fazer justiça a esta organização que com a sua imensa experiência nestas lides nos acostumou sempre ao melhor.
A eles um muito obrigado. Deixo aqui fotos dos dois troféus que já conseguimos na Rota dos Róódinhas e um obrigado também a todo o pessoal que se inscreveu.

quinta-feira, 8 de abril de 2010
1º Jantar Convivio BikeZone Caldas e Aniversário Daniel Louro
2ª Feira - 12 de Abril de 2010
Caros Clientes e Amigos,
Como o prometido é devido e porque não só os Passeios de Bike que possamos organizar são importantes, mas também o Convívio, estão todos convidados a participar no 1º Jantar Convívio BikeZone Caldas, ao qual juntamos o meu Aniversário!
segunda-feira, 29 de março de 2010
Maratona de Tomar
Desta vez compareceram nas fileiras do BTT em Tomar eu, o Chaves, o Nelson, dois colegas do BTT Caldas o Bruno e o João, o Daniel e a Carla.
Mais uma vez, à chegada, o céu anunciava chuva... cliché??? talvez... mas nesta altura do ano a primeira coisa que faço é olhar para cima. Para nossa satisfação o S. Pedro deu-nos um dia sem chuva para podermos apreciar o passeio. O Daniel estava com pouca vontade de iniciar a prova com receio de estragar equipamento no piso que já se adivinhava cheio de lama, mas a bicicleta não é para ficar na garagem, ele lá se decidiu a arrancar e nunca mais o vi. Ainda vi a Carla mas só por uns segundos, hehe. O Nelson fez os primeiro quilómetros e voltou para trás, talvez tenha sido o mais sensato afinal de contas havia muita lama naqueles primeiros quilómetros, depois lá estabilizou, quer dizer, a lama nunca acabou totalmente mas pelo menos dava para controlar a bicicleta sem motor, e a lama não colava mais aos pneus.
O percurso era muito bom (tirando aqueles primeiros quilómetros enlameados), não fosse a lama e a água em excesso no terreno, não me lembro de ter andado tanto tempo sobre água era espectacular fazer aquelas subidas sobre “riachos de água”, diga-se de passagem era mais fácil pedalar sobre a água que sobre a lama. Houve alguns single-tracks porreiros, um em especial a beira do rio que era espectacular. Chamem-lhe azelhice ou falta de jeito, parei nos primeiros metros e já não consegui recomeçar, num trilho tão estreito parece que a bicicleta fica bêbeda, vá-se lá saber porquê. Para mim o percurso ficou especialmente divertido depois da separação entre os 40 e os 80 kms, ou antes 6,5 porque com a chuva dos últimos dias a organização reduziu o percurso. Acho que fomos todos para os 40 não tenho a certeza se o Daniel e a Carla foram para os 65, de qualquer forma pelo que percebi com as alterações do percurso em cima da hora as marcações após a separação eram algo escassas mas destas não posso falar porque por lá não passei. Quem virou para os 40 encontrou uma série de trilhos que serpenteavam pelos riachos de água que desciam pelos montes, alguns com bastante água, lol, uma série de estradões e subidas com e sem lama para variar e algumas descidas espectaculares.
As marcações eram mais que suficientes na minha humilde opinião, não eram abundantes mas não havia motivos para enganos pelo menos eu nunca me enganei. Já o pessoal que ia na frente talvez não vissem uma ou outra fita, efeitos da velocidade vertiginosa. Quanto aos cruzamentos nunca achei que houvesse falta de pessoal nos mesmos ou pelo menos nunca me apercebi de um cruzamento perigoso sem pessoal da organização, por outro lado a velocidade a que eu ia quase não era preciso. Eventualmente faltava uma ou outra placa a indicar perigo em alguns single-tracks, mas nada de grave. O abastecimento estava bem apetrechado: sandes, pastéis de nata, bolinhos, fruta, sumos, coca-cola e até imperial. Dos banhos nada a apontar. A água estava quente, que é o que se pede depois de tanta hora no meio da lama. O almoço foi serviço sem demoras, aquela sopa de peixe estava bem quente mesmo como eu gosto.
Aqui podem ver algumas fotos.
http://www.forumbtt.net/showthread.php/20064-%5BRescaldo%5D-2-Maratona-de-Tomar
http://picasaweb.google.com/dropzonebikes/IIMaratonaDeTomar#
http://picasaweb.google.com/dropzonebikes/IIMaratonaDeTomarMETA#
sexta-feira, 12 de março de 2010
Equipamento 2010
Estão neste momento em produção 25 novos equipamentos para o grupo, e todos eles estão já reservados ou vendidos. Como sabem foi graças aos nossos patrocinadores que conseguimos o excelente valor de 35 euros por cada equipamento.
Espero que gostem. Usem e abusem com muitas e boas horas de BTT. Boas pedaladas para todos.



sexta-feira, 5 de março de 2010
Vila Chã com chuva, A Rota do Falcão
Relato: Cortesia do Sr. Baldeante
Domingo por volta das 7h e 30m saímos das Caldas eu o Chaves e o Frederico direito a Vila Chã de Ourique mal tínhamos iniciado a viagem já o Chaves nos estava a brindar com um reforço composto de pasteis de nata e tartes de maçã. Obrigado Mister Chaves aquelas tartes estavam um espectáculo.
Chegamos ao recinto de festas de Vila Chã de Ourique sem enganos o GPS do Chaves não falha. Levantamos os dorsais sem grandes demoras e admiramos o céu que adivinhava a possibilidade de alguma chuva. Embora as previsões só apontassem para o meio dia, o pensamento positivo era o mais importante.
O passeio começou com um atraso de mais ou menos 15 minutos… já vi bem pior… já com o pessoal impaciente lá começamos e após alguns quilómetros lá veio a chuva… fizemos alguns quilómetros com chuva e o S. Pedro lá teve pena de nós e limpou as nuvens… o problema é que o terreno já estava semi-estragado.
O percurso era variado que baste, estradões, caminhos rurais, single tracks, subidas, descidas, uma ou outra parede e como não podia deixar de ser, num dia com chuva apanhamos poças de água que pareciam banheiras, rectas de lama que ora puxavam a bike para trás ora punham a roda traseira a tentar ultrapassar roda da frente… para mim pessoalmente foi um desafio não desmontar da bike nestas rectas em alguns sítios a lama acumulou-se de tal forma nas pastilhas dos travões que me parou literalmente. A roda não mexia, tive de parar para limpar a lama duas vezes e lubrificante na corrente só mesmo a lama.
Dos três era o único que ambicionava fazer os 80 km mas após aqueles quilómetros de chuva e algumas ratoeiras de lama que apanhamos até ao primeiro reforço mudei de ideias… engoli o orgulho e virei para os 40 km. Só tenho pena porque parece que nos últimos 40 km haviam uns quantos single tracks.
O reforço estava bem guarnecido sumo, água, minis, vinho tinto, fruta, pão com chouriço e se os olhos não me enganaram pacotes de cheetos, uma tentação não fosse o terreno estar escorregadio. Após vários quilómetros de terrenos enlameados a lavagem das bikes foi o único senão, havia três mangueiras sem grande pressão o que tornou a lavagem das bikes lenta com o pessoal ao frio. Para compensar o frio da lavagem das bikes a água do banho estava quente e ao almoço foi servida uma feijoada bem quente e muito bem temperada acompanhada de vinho, cerveja, sumo ou água e pão para regalo do pessoal. Para sobremesa um belo de um arroz doce.
Em resumo um belo de um passeio, digno de se repetir mas da próxima vez com a bênção do S. Pedro.
Aqui podem ver as fotos: http://picasaweb.google.com/jsantosvco/5RotaDoFalcaoFotos#
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
2ª Subida á Torre (Serra da Estrela)
DOMINGO - 18 DE JULHO DE 2010
Depois do sucesso da 1ª Subida à Torre - BikeZone Caldas, dos comentários positivos de quem participou e de todos os incentivos para que se viesse a realizar uma 2ª Edição, é com imenso prazer que vos informamos que estão abertas as Inscrições para a 2ª Subida à Torre - BikeZone Caldas... e tudo faremos para que seja tão boa ou melhor que a 1ª!!!
Os moldes e programa serão iguais aos da 1ª Subida, sendo que "em equipa que ganha não se mexe" e pelo feedback que tivemos foi do agrado de todos.
Seguem então todas as informações relativas à 2ª Subida à Torre - BikeZone Caldas:
- O Passeio não terá carácter competitivo, mas sim desportivo, para todos os amantes do ciclismo, é para ser realizado ao ritmo de cada um e para promover o Convívio entre todos;
- A Bicicleta a utilizar poderá ser de Estrada ou BTT;
- O Transporte será efectuado num Autocarro que partirá do Largo da Rainha às 6.00 H da manhã, com chegada a Nelas prevista para as 8.30 H;
- As Bicicletas serão transportadas numa carrinha fechada e cada participante terá de levar uma manta ou cobertor para acondicionar as mesmas sem riscar;
- O Grupo parte a pedalar de Nelas até Seia, em ritmo de aquecimento (22 Kms);
- Chegados a Seia, inicia-se o percurso de 28 Kms até à Torre;
- Aos 10 Kms haverá um abastecimento sólido e liquido, para restabelecer forças e retomar o fôlego para a última etapa;
- Haverá um carro vassoura, para dar apoio em qualquer situação;
- Após chegada à Torre e da Foto de Grupo, temos os banhos no Quartel dos Bombeiros de Folgosinho;
- Segue-se o merecido e grandioso Almoço, na Aldeia Típica de Folgosinho, no Restaurante "O Albertino";
- No final do Almoço, inicia-se a viagem de regresso a Caldas da Rainha.
Inscrição - 40€ inclui:
- Transporte de ida e volta;
- Transporte para a bicicleta;
- Abastecimento Liquido e Sólido;
- Assistência;
- Banho;
- Almoço:
Ementa
Entradas à Albertino: Morcela, chouriça e queijo;
Menu: Arroz de cabidela de coelho, Cabrito assado no forno, Leitão à Albertino, Vitela de Folgosinho ou Javali com feijão/batata.
Sobremesas: Arroz doce, Leite-creme à Albertino, Requeijão com doce de abóbora ou fruta da época.
Inscrições e Pagamentos:
- Loja:
BIKE ZONE CALDAS
Rua Vitorino Frois, Nº 9
2500-256 Caldas da Rainha
- Telefone:
262 845 706 (Loja)
963207738 (Zé Pedro)
917525893 (Daniel Louro)
- Email:
bzcaldas@hotmail.com
- Data Limite para regularizar Inscrições e Pagamentos: 11 de Julho 2010 - Limitado a 68 Inscrições
Lista de Inscritos:
http://www.bzcaldas.blogspot.com/


